quinta-feira, 21 de março de 2019

Quem quer casar com Lois Lane? Só para poder usar um destes...

Já se sabe que, com este feitiozinho, Lois Lane vai acabar solteira, sem gatos, mas talvez com um casal de hamsters, num qualquer apartamento da Inbicta. Na aldeia é que não, senão morria mais cedo. De tédio.

No entanto, se por algum motivo Lois Lane perdesse a cabeça e decidisse subir altar acima, jamais iria usar um vestido de noiva tradicional. Em primeiro lugar, porque são estupidamente caros e aqueles euros podem ser investidos numas belas férias. Depois, quase todos são demasiado grandes e volumosos e feios, com as suas rendas e brilhos e cenas (vá, não se abespinhem, noivas tradicionais. Não podemos gostar todos do mesmo). Por último, simplesmente acho que, perto dos meus 40 anos, já não ia ter idade para vestir um vestido de noiva tradicional. 

Por estes motivos, nos meus pensamentos mais longínquos dizia que, caso perdesse o juízo e aceitasse passar o resto da minha vida com a mesma pessoa, iria casar com um vestido curto. 

Sucede que mudei de ideias mal encontrei este artigo da Activa. E juro que quase tenho vontade de casar, só para poder usar um destes modelitos. Já estava mais do que rendida aos macacões (depois mostro o meu-macacão-kimono-lindo-de-morrer que comprei para usar nos casórios deste ano), mas confesso que nunca me tinha ocorrido uma bridal version da coisa. 

São "só" lindos de morrer e perfeitos para quem quer fugir um bocadinho aos vestidos de noiva tradicionais:











O mais caro destes modelos custa 1415€ (sim, continua a ser caro), mas o mais barato custa 166€. Dá uma boa média!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

As coisas que se descobrem por esses Instagrams fora

Juro que tinha um post mesmo muito interessante para escrever. Mas tive uma branca e esqueci-me do tema.

Sendo assim, aproveito para partilhar uma tendência seriamente estranha que recentemente descobri no Instagram.
Sendo eu viciada em massa, não só adoro comê-la, como também ver aqueles vídeos de receitas super rápidos. Um dia destes, andava numa de experimentar umas versões asiáticas, por isso fui pesquisar por "noodles". E o que é que me apareceu?

Dezenas e dezenas de vídeos de pessoas a emborcar massa como se não houvesse amanhã. Câmara em frente a eles, algumas vezes sem sequer se ver a cara, focada na boca, e toca de enfardar bocados gigantes de comida. Tipo isto:



E eu pergunto-me: porquê??

Se algum de vós, caros seguidores, souber a resposta para esta minha dúvida, por favor, partilhai!



quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

É triste.

Quando tens a mania, mas não sabes escrever português.



PS: Sim, eu conheço a pessoa e sei que tem a mania.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Não adoram pessoas amargas?

Encontro sempre gente simpática por esses Facebooks alheios. Mas confesso que não são essas chamam a minha atenção. O que dá gosto ver, são as pessoas amargas, que vivem em função do que os outros publicam e que conseguem sempre deixar comentários desagradáveis e desnecessários.



Se eu fosse a dona deste mural, era gaja para lhe responder, de forma muito simpática: É para quem pode. Estudasses. 

Olha que porra!

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Lois Lane sofre com resoluções de Ano Novo alheias.

Por falar em ano novo, estou mortinha que passem estes primeiros meses. E porquê, perguntais vós?

A ver se a malta das resoluções do "este ano vou emagrecer e ser fit" desampara a loja. A partir da primeira semana de Janeiro, passámos a ser mais que as mães no ginásio. 
A corrida desenfreada por um cacifo vazio, a espera por um chuveiro livre, o desespero de conseguir vestir os collants sem levar com um rabo alheio na cara... Já para não falar nas aulas, que agora estão sempre à pinha com gente equipada com os conjuntos da moda, mas que aos dois minutos de treino já bufa por todos os lados.
Desconfio seriamente que os professores gostam das aulas à pinha, tanto como eu. Se fosse a minha primeira aula de Funcional e levasse com 45 minutos de treino quase militar, nunca mais lá punha os pés. Acho que essa é a estratégia deles e espero sinceramente que resulte.




Estais a ver quando tudo corre tão bem, que até temos medo do que possa vir por aí?

Estou assim.

2019 está a ser bastante perfeito.

ME-DO.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Telegrama natalício de Lois Lane

Pessoas! Vim aqui a correr só para vos desejar umas boas festas! Onde quiserem. Eu pessoalmente prefiro no cabelo e nas costas, mas não tenho nada contra quem prefere no rabo ou nos pés.
E dizer que os últimos dois meses foram uma autêntica montanha russa, mas que tenho muita esperança de que 2019 comece bem e que seja um ano decente. Prometo posts a contar tudo. 

Até lá, comei e beber com força, que é o que se leva desta vida. 



segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Eis, aqui, a ranhosa de serviço.

Uma pessoa vai de férias por essas Europas fora (que é como quem diz, Bélgica e ali um cantinho da França), leva com temperaturas glaciares (máximas de 3 graus contam como Sibéria), passa a vida no entra e sai de lojas e museus com temperaturas tropicais, faz passeios de barcos daqueles de enregelar o mais recôndito dos ossos, mas, mesmo assim, não se constipa.
Vai um fim-de-semana para a terrinha, passa umas horas na cozinha com o fogão de lenha aceso e já está a caminho da farmácia para comprar CêGripe.

Odeio vida de pobre.



terça-feira, 30 de outubro de 2018

Ainda sobre o tema do post anterior, mas em modo "muito pior".

Descobrimos recentemente que um dos meus tios tem cancro no pulmão.
Graças à minha rica tia, sua esposa, já todo mundo sabe, porque ela fez questão de publicar no Facebook uma foto dele internado no hospital, com direito a tubo de oxigénio no nariz e tudo, para adicionar mais drama à imagem.
Claro que já tem uma centena de comentários a fazer perguntas sobre o estado do homem.

Há umas semanas morreu de repente um senhor, lá na terrinha. No mesmo dia, poucas horas depois, já uma das filhas fazia publicações sobre isso. Umas horas depois! A sério, quem é que perde um familiar tão próximo e vai logo a correr para as redes sociais dizer a todo mundo que está a sofrer muito?

Eu sabia que este mundo estava cheio de imbecis. Mas, caramba, tinham de ser tantos??





segunda-feira, 15 de outubro de 2018

As redes sociais são a nova vizinha do lado: dizem-te sempre quem namora e quem acaba.

Nos tempos de Lois Lane, que todos sabeis ter 164 anos, namorava-se, acabava-se, e só ficavam a saber as pessoas mais próximas ou os cuscos de serviço, sempre atentos à vida dos outros.
Nos tempos de hoje, em que todo mundo escarrapacha a vida nas redes sociais, nem sequer temos de estar atentos para saber que alguém terminou uma relação.
Por norma, existem várias reações que fazem saltar à vista o fim de um namoro que se prometia eterno e, mesmo que uma pessoa não esteja nem aí para a vida dos outros, acaba por perceber de imediato. 

Atentai nos exemplos mais clássicos:
1. De repente desaparecem todas as fotos que tinham com a cara-metade;
2. A pessoa que ficou com dor de corno passa a publicar constantemente frases profundas de como é melhor estar só do que mal acompanhado, ou de como nunca se conhece as pessoas verdadeiramente e que surpreendem sempre pela negativa;
3. A pessoa que ficou com dor de corno desaparece uns dias do feed e regressa em força com muitas selfies em locais espetaculares, rodeada de gente muito cool, para provar que está muito melhor sem a outra pessoa e que não está a sofrer minimamente com o facto de ter levado um pontapé no rabo;
4. A pessoa que terminou, sendo gajo, começa imediatamente a falar com tudo o que é gaja da sua lista de contactos, com a maior naturalidade do mundo, mesmo que não dissesse um "oi" há dois anos e sete meses.

Eu, culpada me confesso, também já escarrapachei algumas (na verdade foram só duas) relações por esses Facebooks fora. Mas quando a coisa terminou, não fiz nada do que acabei de descrever. Talvez por isso, durante meses muitas pessoas me perguntaram pelo falecido, sem se terem dado conta que já não estávamos juntos.
Aprendida a lição, há muito que prefiro guardar as coisas importantes para mim e deixar para as redes sociais apenas aquilo que quero que os outros saibam da minha vida. E vai sendo cada vez menos.




segunda-feira, 24 de setembro de 2018

O outono está a matar a Dorothy que existe dentro de mim.

Lois Lane queria uns sapatinhos abertos ou uma sandalitas fechadas, para poder usar no Outono. Estão a ver aqueles dias mais frescos, em que ainda está bom tempo, mas que já pedem uma meia fininha nos pés? Em que já não dá para usar sandálias, mas também é cedo para botas?

Depois de investigar, Lois Lane encontra os sapatos / sandálias perfeitos, na amiga e sempre fiel Lefties. Lindos de morrer, mas com a desvantagem de só existirem numa cor: vermelho. 

O número para o pezinho de Cinderela só existia numa mísera loja, pelo que Lois Lane prontamente reservou o tão desejado par e foi, a correr, comprá-lo no dia seguinte.

Agora, Lois Lane poderia ser a Dorothy da Inbicta, não fosse o facto de serem 9 da manhã e já estarem mais de 25 graus lá fora! Parece que o S. Pedro continua confuso e se voltou a esquecer da mudança de estação, visto que estamos com dias mais quentes do que tivemos no Verão.

E os sapatilhos vermelho, lindos de morrer, estão em casa, abandonados, à espera de dias mais frescos...





quinta-feira, 20 de setembro de 2018

As desvantagens de sofrer de vergonhite aguda.

Estais a ver o blind date que a minha amiga me arranjou?

Pois bem, voltámos a uma das questões mais difíceis a que a Humanidade tenta, em vão, responder, vai para séculos. Ou então talvez seja só eu. 

Quantas vezes tens de recusar um convite, até que a outra pessoa perceba que não estás interessada? 

Se eu tivesse de atirar um número para o ar, diria duas. A primeira vez até acreditas que o indivíduo (masculino ou feminino) está com uma semana muito ocupada, ou que está com problemas pessoais e precisa de tempo para estar sozinho (sim, são duas das minhas desculpas mais recorrentes). 
Mas quando convidas a segunda vez e o indivíduo volta a dizer que não, apresentando nova desculpa esfarrapada, devia automaticamente estar subentendido que não está para aí virado e que, provavelmente, é apenas muito polite, envergonhado ou whatever para dar assim um não redondo. 

Eu sou essa pessoa. Eu sei que devia ser sincera, mas não consigo dizer assim na lata: "Desculpa, mas não quero. Não vai dar. Pára de me chatear. Baza!". E então vou recusando, sempre com desculpas muito credíveis (ou não) a ver se a pessoa se manca e desiste. É a chamada técnica de vencer pelo cansaço.

Aparentemente não resulta...




terça-feira, 11 de setembro de 2018

Estão a ver aquela expressão que diz "só me saem duques e cenas tristes?". A mim nem isso. É só malucos mesmo!




segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Ter medo é... Quando a tua amiga te arranja um blind date!

As pessoas são coscuvilheiras e adoram saber da vida alheia. Sobretudo da amorosa. E todos sabemos que isto piora mil vezes nas terras pequenas. 
Ora, a minha rica vila de origem não foge à regra. Talvez por isso, mas também porque estou numa fase em que não me apetece ter de dar satisfações a ninguém, desde que terminei com o falecido, nunca mais ninguém lá na terrinha me viu com ou ouviu falar de gajos. Para todos os efeitos, estou sozinha e solteira há dois anos e meio.
Só que esta estratégia é uma "faca de dois legumes". Porque metade da minha família e dos meus amigos acham que estou sozinha há demasiado tempo e que têm de me arranjar namorado.

Uma amiga de infância andava há meses a dizer que o marido tinha um amigo que era perfeito para mim, que tínhamos imenso em comum, que era muito bom rapaz, blá blá blá. A minha resposta foi: "Estás a gabá-lo demasiado. É assim tão feio?". Disse que não, mas que era era tímido. Andou meses a tentar arranjar um encontro, até que, na semana passada, lá fui jantar com a criatura.

Efetivamente não era feio e, sim, era simpático e até muito conversador. Mas no final do jantar eu pensei: "Caramba! A D. conhece-me mesmo mal. Ou acha que estou realmente desesperada!". Quem me conhecesse minimamente, sabia que isto jamais poderia resultar num romance. Mesmo tendo alguns gostos em comum. Simplesmente não é o meu tipo de pessoa.

O problema? Aparentemente fui a única dos dois a achar isso...





quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Quando descobres a nova namorada do teu ex.

Quem nunca teve um ataque de ciúmes por saber que o ex tem outra pessoa, que atire a primeira pedra!

Eu, Lois Lane, me confesso, tenho muita dificuldade em lidar com o sentimento de posse e de perda. Não quero para mim, mas também não quero que seja para mais ninguém. Parvo, com certeza, mas entretanto passa, até porque fui eu que o deixei à solta.

Pelo menos parece que ele finalmente encontrou a pessoa que merecia. If you know what I mean.

Muahahahah!




terça-feira, 21 de agosto de 2018

Quem sofre de TPM ponha a mão no ar.

Aqueles dias de TPM em que a coisa está tão ruim, mas tão ruim, que só um pacote de mini Twixs e outro de Snickers são capazes de nos tirar do fosso.






quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Afinal, o que querem as mulheres dos homens?

Um dia destes, em conversa de gajas, falávamos de gajos e, naturalmente, dos seus defeitos e virtudes.
Dizia uma que um namorado tem de ajudar a limpar a casa e a cozinhar, que isto de ser empregada dos outros não é vida. Dizia a outra que sim senhor, mas que não se importava de ter um preguiçoso na lides domésticas, desde que fosse muito bom na cama.
E surgiu a questão, ao género Bruno Nogueira: "Lois, preferias um gajo que limpasse e cozinhasse, mas fosse mau na cama, ou um gajo que não ajudasse em nada, mas que fosse muito bom amante?"
Para o resto da vida, dizem elas, e sem hipótese de compensar o mau na cama com amantes, ou o bom com mulher a dias.

E eu fiquei a pensar nisto.
É que se mau sexo para toda a vida parece um castigo demasiado severo, por outro lado, pensar que nunca mais tinha de me preocupar em limpar a casa e agarrar-me ao fogão, parece-me muito o Paraíso.

E vocês, qual deles preferiam?





segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Das coisas que me fazem espécie

Andando por esses Instagrams fora, coscuvilhando vidas (pouco reais) alheias (uma pessoa tem de se entreter no wc), reparei num fenómeno que, pelo menos para mim, é muito estranho.

Os outfits de férias. Quando vou viajar levo roupa e calçado o prático e confortável possível, para poder palmilhar e ver tudo à vontadinha. Se levo as sapatilhas todas bonitas com lacinhos de cetim? Pá, não. Levo as Asics de corrida, feias como tudo, mas que nunca deixam os meus pés em mau estado. Se for Inverno, levo aquele casaco de fazenda lindo de morrer com corte ajustado? Nem por isso. Vai mesmo o casacão quente mais largo, para poder meter roupa suficiente lá por baixo e ainda assim ser capaz de levantar os braços para tirar fotos. 

Mas, pelos vistos, sou uma ave rara. Comecei a reparar, nos últimos tempos, que a malta vai de férias aperaltada como se fosse jantar com a sogra e a família toda. Ele é calçado fino (muitas vezes de salto alto. Salto alto pessoas!) que não deixa andar mais de 500 metros a pé, brincos elaborados a pesar meio kg cada um, trapinhos fashion da Inditex, já para não falar nos penteados. Como é que se consegue ter um cabelo decente em férias?? Se calhar sou só eu que prefiro ter mais uma hora para passear, do que estar metida numa casa de banho a tentar domar a juba...

Cada um sabe de si, está claro, mas a mim é uma coisa que faz espécie. Assim como a malta que vai para a praia com os trapinhos todos a combinar com o biquíni, biju no mesmo tom e maquilhagem. Aquilo não derrete com o sol?? Se calhar é por estar a caminha para velha que cada vez mais prefiro estar confortável...


terça-feira, 17 de julho de 2018

O que é bom acaba depressa...

...Como as minhas férias. Duas semanas e um dia (faz toda a diferença) passaram a correr. Praia, piscina, solinho, boa comida e muito descanso. Claro que ontem, quando regressei ao trabalho, ia tendo uma coisinha má.
Nível de concentração e de vontade de trabalhar, enquanto o sol brilha lá fora: zero.

Estou, oficialmente, em depressão pós-férias.




quinta-feira, 28 de junho de 2018

Em countdown para as férias.

Adivinhem quem é que se vai meter num avião hoje à noite, rumo a uma ilha cheia de sol e praia!

Depois vou ser a rainha das redes sociais e partilhar 20 fotos minhas por minuto, para que todo mundo saiba as férias espetaculares que estou a ter:

A fazer pose para mostrar as banhas.

A fazer olhinhos para que se vejam as olheiras da noitada anterior.
 
A fazer aquela pose naturalíssima, antes de ir à água.

A enrolar-me sensualmente na areia, até ficar em modo croquete.

A selfie com azamigas!

A sair do mar, depois ter sido enrolada por uma onda.

A fingir que durmo a sesta.

A dar um mergulho depois de ter emborcado três bolas de berlim.

Será que há bolas de berlim nas Canárias??