quarta-feira, 14 de março de 2018

Adoro despedidas de solteira! Só que não.

Quando era uma pessoa tenra e inocente, Lois Lane costumava dizer que, se um dia perdesse a cabeça e decidisse casar, faria uma despedida de solteira que durasse uma semana, com copos de manhã à noite.
Agora, a caminho dos 36, faço tudo para fugir a este flagelo das despedidas. Andar em bando, rodeada de mulherio histérico, com t-shirts, pins e fitas no cabelo a condizer, não é mesmo a minha cena. E que ninguém me peça para não gozar com a noiva, caso ela decida usar um daqueles véus coroados por uma pila. Ou duas. Ao que parece, pilas na cabeça nunca são demais.

Em breve tenho (mais) uma destas festas de cortar os pulsos. Onde? Num restaurante onde se paga um balúrdio para comer cenas com nomes porno-eróticos, ver gajos besuntados em óleo agarrados a um varão e comer uma fatia de bolo, vendido a peso de ouro, e no qual não podia faltar a bela da piroca.

Estou tão feliz. 


Com sorte consigo beber o suficiente durante a tarde, de forma a aguentar o resto da noite com um sorriso na cara. 





5 comentários:

  1. Não consegues ficar doente de véspera?

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  2. Uhg. Vou casar-me e não vai haver cá despedidas de solteiro :D

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  3. na minha vida toda fui a uma despedida de solteira. e foi de uma super amiga minha. jurei para nunca mais.

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