quarta-feira, 29 de março de 2017

Vou dedicar-me ao rebolanço. E não. Não é a isso que estão a pensar!

Deixei de fumar há nove anos. E deixei de fazer exercício há quase dois. Resultado? Comecei a engordar. Como se não bastasse, desde o verão passado que o meu desporto favorito é descobrir novos sítios onde me empanturrar com comida deliciosa. Primeiro, em Braga, agora no Porto. E olhem que nem repito locais!
Este exercício tem sido muito bom para me distrair, divertir e conviver, mas a minha barriga, coxas, braços e afins estão a ressentir-se como nunca.
Por outro lado, vontade de mexer o rabinho sem ser para me sentar num novo tasco de tapas, não há.
Resultado? Um dia destes rebolo. 
Ok, estou a exagerar. Não rebolo. A não ser que esteja deitada. Aí sim, já sou capaz de ir ladeira abaixo sem problema. MAS, só não estou redonda, porque tenho uma estrutura mesmo fina e pequena. O que disfarça sempre bem a gordura. Com a roupa. Porque sem roupa, meus amigos, isto vai pra qui uma desgraça, com tanta concentração de massa gorda naqueles sítios críticos que todos sabemos quais são...

Dieta, está mais que provado, não consigo fazer. Não adianta. Sou demasiado gulosa. Caramba, há nove anos que não toco num cigarro. Peçam-me tudo, menos para deixar de comer.
A solução seria, portanto, exercício físico. Mas, como o pé não me deixa correr e o trauma da bicicleta ainda não passou, continuo a arrastar-te de carro, elevador e escadas rolantes para todo o lado. Simplesmente, porque não me apetece. Nem uma mísera caminhada! Ginásios, então, nem pensar. 
Como tal, estou  ver a minha vidinha a andar para trás, porque a roupa está cada vez mais apertada. Pior de tudo, vem aí o calor! E eu vou deixar de poder refugiar-me dentro de collants, vestidos e casacos de fazenda. E sei que vou ficar muito frustrada quando não conseguir enfiar-me em metade da roupa de verão. E quando tiver de comprar o vestido para o batizado da afilhada mais linda deste mundo e do outro...

Por isso, minha gente, se souberem pra i de algum truque mental para levantar o meu rabo não muito gordo, que sempre foi um bocado achatado, do sofá e ganhar coragem para recusar as bolas de berlim da Padaria Ribeiro, por favor, é partilhar!

Até lá, e porque não quero que falte nada aos meus leitores, sobretudo ao anónimo do último post, aqui vão alguns ecards alusivos à atual conjuntura que por aqui se vive...







3 comentários:

  1. Podes vir tomar conta do puto. Entre isso e correr atrás dele vais ter dias em que se conseguires comer uma sopa já é uma sorte!

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  2. Já que falas do trauma da bicicleta, aproveito para partilhar algo: gosto de andar a pé e desfrutar da natureza, mas tenho muito medo de cães e repulsa de cobras, o que me inibe completamente de fazer caminhadas, infelizmente porque vivo numa região com paisagens lindas (às vezes, até evito ir a casa de vizinhos, fora as voltas que dou quando vejo ou sei que há um cão). Se já era assim, desde que contaste aqui a tua história da bicicleta, ficou pior, lembro-me muitas vezes de ti! :) :) É a minha forma de mostrar solidariedade! Beijinhos

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  3. Não gosto de caminhadas, não gosto de correr, não gosto de máquinas de ginásio e não consigo dedicar-me à dieta, porque adoro comer e sou gulosa. Mas... comecei a ir a aulas de grupo. Zumba, body combat, body pump, aero power, zumba toning, step... e dessas até gosto. Especialmente com companhia :)

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