sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Chegou a época das touradas. Nas lojas.

Já me desgracei nos saldos. Online. Que nas lojas ninguém me apanha. Entrei na Zara, no primeiro dia de saldos e pensei que tinha passado por lá um furacão! Não sei como é que alguém se entende no meio daquela confusão de trapos. Prefiro o conforto da minha cadeira e do meu pc.
Agora é só rezar para ter acertado nos tamanhos!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Odeio pessoas bufonas.

Odeio pessoas bufonas. E o que são pessoas bufonas?? É aquela malta que passa a vida a bufar por tudo e por nada! Bufam quando estão a trabalhar, bufam quando estão a cozinhar, bufam quando vão a passar no corredor, bufam quando estão à espera do autocarro, bufam quando entra um cliente na loja, bufam quando se fala com elas, passam a vida a bufar!
Mas é aquele bufar de enfado, de impaciência, de quem anda revoltado com a vida e com o mudo em geral. Por norma, essas pessoas trazem sempre uma cara de quem toda a gente lhe deve e ninguém lhe paga.

Pessoas: é possível estar chateado sem bufar. Tá??

PS: Eu só bufo quando passo uma semana inteira a trabalhar num excel que parece não ter fim. Mas só lá mais para o final do dia...

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Quem está de castigo e teve de levantar o rabo da cama quentinha para vir trabalhar, ponha o braço no ar!!

Já rimamos e tudo!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Vamos lá acabar com este mito!

Ontem fui jantar com uns amigos. Como dois deles estão a viver fora do país, fomos às francesinhas, não fossem as crianças nascessem com cara de linguiça.
Ora, de todos os afamados tascos do Porto, que lutam pelo título de melhor francesinha, só nos faltava experimentar um: O bufete Fase, que todo mundo dizia ter as melhores das melhores.
E tenho a dizer que... Estão enganados. Não são, de todo as melhores. Falham ali várias coisas que, para mim (que isto gostos não se discute) arruínam totalmente uma francesinha como deve ser: 

  1. O molho era muito fino
  2. O pão ficou empapado e mole
  3. Não tinha ovo
  4. As batatas eram das congeladas.
Se eu sou muito esquisita? Pá, talvez. Mas nisto das comidas que têm calorias para uma semana inteira, eu tenho um lema: A fazer mal, pelo menos que seja como deve ser! 

Curiosamente, a melhor francesinha que comi até hoje - aliás, é melhor não dizer isto assim, para não não vir cá um tripeiro insultar-me - a minha francesinha preferida é em Braga, Lamentavelmente, meus caros, é verdade. As da Taberna Belga ou da Taberna Holandesa são perfeitas! Antes disso a minha preferida era lá na terrinha. Mas depois de ter experimentado estas, parece que nenhuma outra está à altura. O molho maravilhoso, com a textura e o sabor certos, o ovinho lá em cima, a pedir para furar a gema com as batatinhas fritas a sério (as outras não são a sério). Hummmm... Ca boas!

Portanto, no Porto, o Café Santiago continua a manter a coroa das melhores francesinhas, embora eu também goste bastante das do Cufra!

Se algum amante desta bela iguaria quiser partilhar outros locais de culto, faça favor, para a malta ir lá experimentar!.

Ah, e Bom Natal!

domingo, 18 de dezembro de 2016

Tenho uma cadela a pilhas sem nome!

Tenho uma mini cadela. Raio da bicha é fofa que se farta. Só não tem nome ainda. Eu chamo-a de Pipoca, a minha mãe de Kika e o meu pai, de qualquer coisa que lhe venha à cabeça. Diz que um dia destes sai o nome perfeito. 

E vós? Achais que ela tem focinho de quê?


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

E eu que ia estragando o pipi pela segunda vez??

Não, não voltei a andar de bicicleta. Mas entornei uma chávena de chá no colo e, por alguns segundos, pensei que ia ficar toda queimadinha! Vá lá que dei um pulo e me levantei em menos de um segundo, para o chá não escorrer para locais, digamos, ainda mais sensíveis e onde, por sinal, já existe uma cicatriz. Após o choque de calor, veio o frio gelado, de estar toda molhada. Por sorte tinha a mala no carro e acabei a trocar de roupa num parque de estacionamento deserto. Coisas da vida!

Dois dias depois fiz a empregada do café espalhar um descafeinado a meio milímetro de mim. E do meu casaco. Novo. Amarelo torrado. Lindo de morrer. Felizmente continua limpinho.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Continuar ou não continuar, eis a questão.

A segunda metade de 2015 e a primeira metade (mais um bocadito) de 2016 foram meses de caca. O que faz com que tenha tido mais de um ano de merda. Todas as reviravoltas que vivi nestes tempos, muitas das quais não foram aqui relatadas, acabaram por me afastar do blog. A vontade de escrever (ou de fazer o que quer que fosse) era pouca. E também deixei de acompanhar os que seguia. Comentar então, nada. 

Por isso dou comigo num dilema. Fechar ou não o tasco. 

Se, por um lado, tenho vontade de criar um blog novo, totalmente anónimo, para escrever o que me der na telha sem pensar que alguém que eu conheço está a ler, por outro, sinto que este é o meu canto. Onde, durante quase quatro anos, contei as minhas aventuras e partilhei os meus dilemas. E não foram poucos!
A continuar, vou ter de ganhar coragem e preencher as lacunas que fui deixando ao longo dos últimos meses. E não sei se tenho vontade de revisitar tudo o que se passou. Ao mesmo tempo, acho que devo isso às que me seguem pessoas (agora, provavelmente, muito poucas) e que acompanharam o início e a continuação de uma história que entretanto teve um fim. 
Pode ser que a mudança de ano me inspire a continuar, pelo menos até aos 39. Porque quando chegar aos 40, claro, há que fazer um novo blog!

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Wanted: mala preta de verniz!

Senhora minha mãe foi bastante específica na prenda de Natal que quer este ano. Uma mala preta de verniz!
E eu pergunto onde raio vou eu desencantar uma! Se não precisasse, tenho a certeza que ia chocar com umas quantas. Mas como quero muito encontrar uma, já quase consigo imaginá-las todas a esconderem-se no escuro das prateleiras. É sempre isto.
Portantos, se alguém se cruzar por aí com uma mala preta de verniz gira, faça o favor de gritar!