quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A seguir à moda das leggins...

Pessoas:
Calças de fato de treino não são roupa para o dia-a-dia. A não ser que tenham quatro anos e andem na creche.

Podia jurar que um dia destes vou ter um treco!

Acordar cedo, trabalhar o dia todo, chegar a casa, jantar, agarrar-me ao pc a trabalhar no jornal até às 2. Dia seguinte mesma coisa. And so on. 
Já para não falar que no sábado acordei cedo para ir fazer uma entrevista e no Domingo idem, para ir correr na floresta. Sim, valeu muito a pena. Mas, assim de repente, já dormia mais de 6 horas... Que às vezes nem 6 são! O estranho disto tudo, é que quanto menos durmo, mas eléctrica ando. Só não sei quanto tempo durará o efeito. 
O que vale é que amanhã já fecho a edição. E depois? Ah, o descanso e umas 300 horas de sono seguido!

Por acaso não, que dormir muito é desperdício de tempo! 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A síndrome do "Vou mostrar ao mundo que não estou com dor de corno"

E aquelas pessoas que escarrapacham a vida pessoal no Facebook? Pelos posts de frases feitas ao mais alto nível da lamechice, sabemos logo quem acabou de levar um chuto no rabo:









Primeiro: Estas frases são foleiras como tudo.
Segundo: Se a intenção é mostrar que não estão nem aí, falham redondamente porque a dor de corno só se torna mais evidente aos olhos de todos os que vêm o vosso perfil.
Terceiro: Não há necessidade de meio mundo ficar a saber que foram trocados / abandonados.

Menos gente. Muito menos!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Ataque de gula...

Antes de vir para casa passei no super mercado para comprar natas porque estava com ideias de fazer bifinhos com cogumelos e massa para o jantar. Trouxe as ditas. Mais um pacote de batatas fritas Lays Al Forno, que não me saíam da cabeça há uns dias. Abri o pacote mal saí da caixa e vim a comer pelo caminho. Cheguei a casa e liguei a TV. Estava a dar o Preço Certo. Alapei-me  no sofá e deixei-me ficar a ver, enquanto mandava abaixo o pacote das batatas fritas. Já não fiz jantar e o mais provável é que esta porcaria me faça mal. Era quem me desse duas chapadas!

Depois disto só me falta ir ao cabeleireiro fazer uma franja para depois me arrepender.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Em modo: Odeio pessoas!

Horas a mais na cama. Sensação de desperdício de tempo. Dores de cabeça. Dores de costas. Mau humor.







sábado, 7 de fevereiro de 2015

As maravilhas da minha aldeia!

Se algum dia eu arrastar o FM a um estúdio fotográfico para tirar aquelas fotos maravilhosas, em poses a dois, estilo anos 80, com efeitos especiais e imagens de fundo, com sorrisos 33, por favor... Cortem-me os pulsos!

Visto por aí, agora mesmo, num qualquer Facebook alheio:




quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Tenho fome. Fui ao dentista e tenho metade da boca anestesiada. Até comia, mas tenho medo de morder a língua e depois morrer envenenada! 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Sou uma pessoa de nervos sensíveis...

O colega da secretária ao lado tremelica a perna de tal maneira, que até a cadeira faz barulho!
Não lhe dar a porra de uma cãimbra a ver se pára quieto... Ca nervos pá!

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Adormecer em Gaia e acordar em Veneza...

A minha balança afogou-se. Não, não espetei com ela na sanita (até porque não sabia lá), nem na banheira, nem na pia da loiça. "Atão", perguntam vocês??

Imaginem o cenário: 2h30 da manhã, mais coisa menos coisa. Lois Lane a dormir, quentinha, entre lençóis polares e de botija nos pés. De repente acorda aflita, com uma sensação estranha. Levanta-se e, quando mete os pés no chão...

SPLASH!

Água! Pensamentos decorridos no espaço de meio segundo: "Fiz chichi??? A botija rebentou??? É uma poça de água muito grande!". Levanto-me, começo a andar e percebo que não era propriamente uma poça... Pensei que vinha da casa de banho. Mas não. Também havia água no corredor. Na cozinha. Na sala. E na marquise, de onde jorravam litros e litros de água de uma torneira rebentada. MUITA ÁGUA!!! Água pelos tornozelos, porque a marquise é mais funda que o resto do apartamento. Pra i uns 3 centímetros de altura no resto da casa. Há que gritar e dar murros da porta do quarto da colega de quarto e desligar o contador da água, enquanto andava de pijama e de meias, no meio da água, de um lado para o outro, feita barata tonta, a pensar que aquilo não estava a acontecer e que era um pesadelo.
Não era. Tínhamos, de facto, a casa toda inundada. 
Ligámos para os bombeiros, mas só poderiam vir ajudar se a água tivesse mais de 15 centímetros de altura. Tivesse eu dormido a noite toda e desconfio que acordava com ela pelos joelhos. Já saía porta fora, escorria pelas escadas do prédio, enfim, como dizia o outro, um "pendemónio".
Net, procurar empresas de limpeza que tratassem de inundações, de preferência com serviço 24 horas. Lá encontrámos uma e, cerca de 40 minutos depois, tínhamos dois senhores à nossa porta, de boca aberta, a olhar para tanta água. E uma grande parte já tinha escoado para os cifões das casas de banho. 
Por volta das 6 da manhã já podíamos andar pela casa. Três dias depois, o chão, de madeira flutuante, está a inchar e a arrebitar por todos os lados. Tenho o calçado quase todo molhado, as pantufas e os chinelos, que andavam a boiar pelo quarto fora, todos encharcados, a mala, o saco de viagem e o de desporto, todos molhados... Uma alegria!