quinta-feira, 1 de maio de 2014

Dia do Trabalhador

Por aqui o Dia do Trabalhador comemora-se a trabalhar. Muito. Num dia de verdadeira loucura, em que só me apetece mandar esta gente toda pro caralho e pôr-me a andar de uma vez por todas.
Ontem, véspera do Dia do Trabalhador, o meu patrão chamou-me para uma conversa em privado. Disse-me, novamente que quer que eu trabalhe até mais tarde. Isto porque uns minutos antes ele queria que eu fizesse qualquer coisa e eu estava com trabalho até às orelhas porque não consigo fazer na hora tudo o que me pedem. A solução? Trabalhar até mais tarde, diz ele. 
Eu respondi-lhe que trabalho seis dias por semana, 47 horas, e que não vou prologar diariamente o meu horário de trabalho só porque eles não param de me dar mais coisas para fazer. Disse que também tenho vida, uma casa para cuidar, que não tenho empregada para me fazer as coisas e que, só porque cada vez tenho mais trabalho, não vou ficar a trabalhar até mais tarde. E espero sinceramente que esta tenha sido a última vez que ele me vem com esta conversa.
Entretanto, hoje, estou a sofrer as consequências. Com certeza que ele partilhou com a filha o que eu disse e a querida da minha patroa decidiu dedicar mais uns dias a fazer-me a vidra negra. Sabem o que lhes digo, aos dois? Pilinhas! Seus infelizes de um raio!

Queria fazer um texto mais inspirador, à altura do dia que hoje se assinala, mas a falta de tempo e o stress não permitem mais do que estas palavras.

2 comentários:

  1. Fogo, com tanta gente desempregada, contratem alguém para te ajudar!!! Sovinas!!!
    Tenho pena que haja tanta gente a trabalhar em dias como o de hoje... E não digo isto da boca para fora, porque eu sou daquelas pessoas que aos feriados não mete pé em sitio nenhum a não ser ao ar livre.

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