quinta-feira, 8 de maio de 2014

Caca de galinha em vez de cérebro dá nisto:

Aproveitando que consegui vir ao blog, segue o episódio mais insólito da semana, quiçá do mês (quase consegue bater o do meu patrão a dizer-me que tenho de trabalhar mais horas).
Almoço. Lois Lane comeu, como de costume, no tasco da empresa, com as colegas de trabalho. Para não variar a comida era uma porcaria, uma espécie de arroz de pato, mas com frango, que não sabia a porra nenhuma, a não ser à pimenta, que o estúpido do cozinheiro insiste em enfiar em tudo o que é sítio. Por acaso agora ocorre-me um sítio onde o gostava de ver meter a pimenta. Era coisa para me fazer rir. 
Adiante. Depois de comermos, chega-se um dos funcionários do tasco (colega de trabalho, já que trabalhamos todos para o mesmo chulo) e diz-nos, com a sua pronúncia brasileira do Ceará, que mal se entende: "O arroz que vocês comeram estava azedo. Já estava estragado". 
Obviamente, saltou-me logo a tampa! Então aquele caralho achava que o arroz não estava bom e vem-nos dizer depois de o termos comido?? Só me apeteceu insultá-lo e dar-lhe com a caçarola do arroz na testa. Que grandessíssimo anormal! Discuti imenso com ele, mas em vão. Aquele tem caca de galinha no lugar do cérebro. Acabámos por confirmar com o cozinheiro e os restantes colegas que o arroz, apesar de não saber a nada de jeito, não estava estragado. O meu nariz não costuma falhar quando alguma coisa não está boa mas, ainda assim, ficámos o resto da tarde naquela, a ver quando uma de nós ia a correr para a casa de banho. Não fomos, por isso suponho que azedo não estava. Só mau. 
Agora digam-me se acham isto normal!

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