sábado, 31 de maio de 2014

Noite de gajas

Ontem fui ao cinema com uma amiga. Antes, fomos ao Jumbo e trouxemos uns sapatos de panos às riscas giros de morrer, por 10 aéreos. Se quiserem sapatilhas de pano, sabrinas e sandálias mega baratas, passem por lá, que não falta por onde escolher. Gostei tanto dos sapatos, que estou a pensar ir lá buscar outros de outra cor na próxima semana. 
Quanto ao filme, deu para rir. A ideia era mesmo essa: ver alguma coisa leve, que nos desanuviasse a cabeça do trabalho. Escolhemos o "Não há duas sem três" e demos umas boas gargalhadas. Agora quero ir ver o XMen!!! Convidei o burro do meu primo para ir comigo, mas o raio do puto cismou que quer ver o Godzilla. Como ouvi dizer que o Volverine aparece assim pro despido no outro, vou ver se lhe dou a volta!.Senão vou sozinha!

ADENDA: E perguntam vocês: Atão e qual foi a melhor parte do filme?? Eu digo, eu digo! Foi esta:


E vocês agora pensam: De onde é que eu o conheço? Eu questionei o mesmo. É daqui:


Chicago Fire, sábados à tarde, na TVI. Não têm de quê! Se meterem no ar a porcaria das festas em vez da série, reclamai!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Dilema aparentemente fútil, mas que faz toda a diferença no dia-a-dia de uma pessoa ou como falar de um tema sem ponta de interesse

Ao contrário da maioria das pessoas, eu não gosto das coxas do frango. Nem da parte a seguir. Só como o que fica do meio do bicho para a frente. Ou para cima, dependendo se está vivo ou morto.
Ora, para quem gosta de frango de churrasco, mas não tem com quem partilhar a parte de baixo / trás, este é um dilema, porque não há um raio de uma churrasqueira que faça a bondade de partir o bicho ao meio pela horizontal. Aposto o meu dedo mindinho em como haveria outra pessoa feliz da vida por levar para casa duas coxas, em vez da asa e do peito. 
Mas não!!! Já mandei a boca num ou outro restaurante, mas olharam para mim como se fosse maluca. Não há uma alminha que seja capaz de pensar nas pessoas que, como eu, sempre que querem comer um franguinho de churrasco, têm de ter companhia. De preferência alguém de goste de coxas! Pode não parecer, mas isto é um dilema do caraças!

terça-feira, 27 de maio de 2014

Anos e anos de luta pela igualdade de direitos para isto...

Quase me esquecia de comentar o que mais me deixou boquiaberta este fim-de-semana! Então não é que conseguiram criar (que é como quem diz, copiar de algum lado) um programa ainda mais ridículo que os Big Brother's e Casa dos Segredos???
No Domingo à noite, estava eu, mais uma vez, mal do estômago, sentada na cama, a ver tv e a beber um chá, quando faço zapping e apanho um programa novo da Sic. Acho eu. Apresentado pela Barbara Guimarães. Basicamente enfiaram numa casa uma série de casais, uns anónimos, outros conhecidos, que têm de fazer provas, apostando dinheiro em como o/a companheiro/a consegue superar a prova. 
A primeira, executada pelas mulheres, era procurar umas caixas no meio do estrume! Foi lindo de se ver, as meninas todas de salto alto e vestidinho, algumas de branco, a chafurdar na porcaria. Os vestidos de umas enterravam-se debaixo dos pés, os de outras subiram até à cintura, e elas ali, de joelhos e braços enterrados no estrume... No final, as que não conseguiram encontrar as caixas choravam desalmadamente por terem desiludido os respectivos. 
Foi, com toda a certeza, das cenas mais tristes a que assisti nos últimos tempos. 

Convites originais. Ou não.

Recebi ontem o meu segundo (e último, espero eu...) convite de casamento deste ano. O primeiro era um chocolate. O segundo é um chocolate. Pelo menos as cores são diferentes. 

Sidretella vs Yasminelle

Lembram-se deste post, em que falei da minha primeira experiência com uma pílula genérica que substitui a Yasminelle? Disse nos comentários que não me dei bem com ela, mas acabei por não fazer um post sobre isso. 
Tomei a Arankelle apenas dois meses, pois senti mais dores de cabeça do que com a Yasminelle, além de ter andado quase o tempo todo com cólicas repentinas que me obrigavam muitas vezes a correr para a casa de banho. Na altura não associei, achando que isto se devia aos problemas de estômago. Só percebi que era, muito provavelmente, provocado pela nova pílula, quando voltei à Yasminelle e o intestino, automaticamente, voltou ao normal.
Há uns tempos, quando estava na farmácia a comprar a pílula, voltaram a perguntar-me se eu não queria a genérica. Contei que não me dei bem com a Arankelle e explicaram-me que existem mais duas genéricas. A diferença de preço continua a ser considerável. Sem receita médica custa metade e com receita, cada caixa fica a cerca de 2 euros! 
Das duas, decidi experimentar a Sidretella. Apesar do receio que me voltasse a acontecer o mesmo, a verdade é que me tenho dado lindamente com esta pílula! As dores de cabeça diminuíram imenso. ando sempre com nimesulida atrás de mim porque tinha dores de cabeça frequentes, mas, curiosamente, desde que comecei com esta, quase não me lembro de tomar. Mesmo no dia em que vem o período, ou no anterior, em que mal conseguia abrir os olhos com dores, não foram tão fortes. Não tive alterações a nível do intestino, nem dei por nenhuma alteração significativa.
Tudo isto pode parecer um bocado estúpido, tendo em conta que todas estas pílulas têm a mesma dosagem. Não sei se será dos excipientes, mas lá que tive reacções diferentes, tive!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Aquele momento em que:

Chegas a casa depois de uma corrida, tiras a roupa, metes-te no chuveiro e tomas um longo banho! Quando acabas, feliz da vida e relaxada, abres a cortina e verificas que não tens nem uma toalha à mão... Pior. Estão no quarto!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Caros gunas:

Se quereis ir a uma empresa pedir trabalho, ao menos apresentai-vos decentemente. Calças de fato-de-treino não são vestimenta para procurar emprego! Boné no cocuruto da cabeça também não!

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Senhores das Finanças:

Fáxabôr de me devolverem o dinheirinho do IRS, que tenho o seguro para pagar e achava que era só em Setembro!

terça-feira, 20 de maio de 2014

Metro do Porto: fonte inesgotável de post's!

Hoje, em três minutos, tive especial vontade de bater em três pessoas. Bem, em duas e meia.
Vinha no metro, descansada da vida, de pé, encostada naquela entrada para a cabine do maquinista (motorista???) a ler o meu Henry. Entra uma mulher com a filha, de 4 ou 5 anos. Apesar da mãe lhe dizer para estar quieta, que iam sair na paragem seguinte, a catraia não descansou enquanto não se meteu atrás de mim, sentada no chão. O metro pára, e a mãe a chamar para saírem. Agarra-a por um braço e a miúda, além de se mandar contra a parte de trás dos meus joelhos, deu-me alto pontapé no pé (isto não soa bem) mesmo em cheio no dedo mindinho (que por sinal ainda está dorido dos 16 kms de anteontem). Até vi estrelas. Só me apeteceu esticar-lhe um remo! Uma senhora que ia ao lado até olhou pra mim com cara de pena e encolheu os ombros com um sorriso solidário que dizia: "Deves ter tido vontade de lhe dar duas chapadas". 

Nisto, entra o casal de namorados mais horroroso de todos os tempos. Não os conheço de lado nenhum, mas esta cidade é um bidé e já tive o azar de partilhar o mesmo metro quadrado com eles, mais do que uma vez. São tão parvos, tão parvos, mas tãoooooo parvos, que só apetece corrê-los à chapada. 

segunda-feira, 19 de maio de 2014


Juro que fiquei na dúvida se era mesmo a Ana Marques, ou o irmão disfarçado dela...

Diz que fiz uma espécie de meia maratona!

Sobrevivi à minha primeira meia maratona. 
Dizia eu que, se estivesse muito cansada, me encostava numa sombrinha a descansar. Pois. Se houvesse sombra! Os primeiros 15 quilómetros foram um horror! Sol e calor, sem pinta de brisa para ajudar a refrescar. Pensei que morria. Cheguei a um ponto em que tive mesmo de me encostar debaixo de um chisco de sombra a descansar uns minutos antes que me desse uma coisa má e tombasse para o lado. 

O dia começou cheio de percalços, com o resto da malta a chegar atrasada. Já não conseguiram levantar os dorsais, nem conseguimos apanhar o comboio para a linha de partida. Que era a 6 quilómetros. Distância que percorremos a pé! Quando lá chegámos, já a malta tinha arrancado há quase meia hora. Fizemos-nos à estrada e, ao terceiro quilómetro, já me apetecia desistir. Mas como queria muito beber água, fiz um esforço para chegar aos 5, onde havia abastecimento. Depois ainda devia ir mais à frente, mas olhei para aquela estrada quente, sem árvore nenhuma, e achei melhor voltar para trás. Mais cinco quilómetros debaixo de um calor horrível. Depois começaram a aparecer mais pontos de água e a estrada já tinha uma sombra na berma, o que ajudou a fazer os últimos quilómetros. Quando cheguei à meta já mal conseguia mexer as pernas!
Fiz um total de 16 quilómetros de corrida. Mais os seis da caminhada. Para quem costuma fazer distâncias bem mais curtas, nem foi mau! Mas uma coisa é certa: enquanto me lembrar do que me custou, tão cedo não me meto a correr ao sol!

sábado, 17 de maio de 2014

"A Noite" em cena no Rivoli

Ontem fui ao teatro. Ó tempo que não ia!!! "A Noite", do amigo Saramago, está em cena no Rivoli e conta com um bando de actores conhecidos, que até nem saíram nada mal. Adorei as interpretações do Pedro Lima e do Vítor Norte! Odiei foi as velhas que ficaram atrás de mim e que não pararam de rir, comentar e dar gritinhos o tempo todo. Até repetiam as falas dos actores! E por azar calhou-me uma cabeçuda à frente, que me obrigou  a malabarismos pescoçais o tempo todo.
Tirando isso, acho que valeu muito a pena. A acção decorre na redacção de um jornal em Lisboa, na noite de 24 para 25 de Abril. História levezinha, mas interessante, sobretudo para quem já passou por uma redacção. É engraçado ver que, mesmo passados 40 anos, há coisas que continuam iguais!
A peça está em cena até ao próximo fim-de-semana, por isso, se estiverem pelo Norte, vão espreitar. 






O chefe de redacção, a lamber as botas ao director, fez-me taaaanto lembrar uma colega de trabalho, quando vai a correr ter com a patroa, a abanar os braços e a dar passinhos pequeninos, quase aos saltos, e a dizer "Ó patroaaaaaaa"!

terça-feira, 13 de maio de 2014

Planos desportivos

Diz que Domingo é a meia-maratona. E diz que estou inscrita. Ora, no Domingo fiz 12 quilómetros (nunca tinha feito mais de dez...) e ontem o meu joelho já se queixou. Resta saber se vou sobreviver aos 21. 
Fiquei mais descansada ao ler o regulamento da prova, que diz que os atletas têm três horas para a completar. Após esse tempo, os que ainda estiverem pelo caminho são recolhidos. 
Portanto, se vir que já não me arrasto, basta arranjar uma sombrinha e esperar que alguém me vá buscar! 




Pensando bem, acho que mais me vale levar o farnel. Três horas é coisa para me dar uma fomeca. 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A todos os que acham que são os donos do mundo (sim, queridos patrões, vocês também): Há horas (por norma, as piores) em que somos todos iguais!

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Caca de galinha em vez de cérebro dá nisto:

Aproveitando que consegui vir ao blog, segue o episódio mais insólito da semana, quiçá do mês (quase consegue bater o do meu patrão a dizer-me que tenho de trabalhar mais horas).
Almoço. Lois Lane comeu, como de costume, no tasco da empresa, com as colegas de trabalho. Para não variar a comida era uma porcaria, uma espécie de arroz de pato, mas com frango, que não sabia a porra nenhuma, a não ser à pimenta, que o estúpido do cozinheiro insiste em enfiar em tudo o que é sítio. Por acaso agora ocorre-me um sítio onde o gostava de ver meter a pimenta. Era coisa para me fazer rir. 
Adiante. Depois de comermos, chega-se um dos funcionários do tasco (colega de trabalho, já que trabalhamos todos para o mesmo chulo) e diz-nos, com a sua pronúncia brasileira do Ceará, que mal se entende: "O arroz que vocês comeram estava azedo. Já estava estragado". 
Obviamente, saltou-me logo a tampa! Então aquele caralho achava que o arroz não estava bom e vem-nos dizer depois de o termos comido?? Só me apeteceu insultá-lo e dar-lhe com a caçarola do arroz na testa. Que grandessíssimo anormal! Discuti imenso com ele, mas em vão. Aquele tem caca de galinha no lugar do cérebro. Acabámos por confirmar com o cozinheiro e os restantes colegas que o arroz, apesar de não saber a nada de jeito, não estava estragado. O meu nariz não costuma falhar quando alguma coisa não está boa mas, ainda assim, ficámos o resto da tarde naquela, a ver quando uma de nós ia a correr para a casa de banho. Não fomos, por isso suponho que azedo não estava. Só mau. 
Agora digam-me se acham isto normal!

A ordinarice do Henry

Lembrei-me! Queria-vos dizer que já acabei o livro da Isabelinha (A Ilha Debaixo do Mar) que é lindo de morrer, como todos os livros que li dela. Vá-se lá perceber porquê, decidi pegar no 'Trópico de Câncer' do Henry Miller. Só li umas poucas dezenas de páginas, mas já deu para ver que o homem é mais ordinário que o Bukowski (Mulheres). Fiz uma pesquisa rápida e descobri que o raio do livro está na secção de Erotismo e Sexualidade da Wook! Tirando esse pormenor, acho que a escrita dele é coisa para me dar a volta ao miolo. Da maneira que isto anda, estou em crer que vou mas é trocá-lo por uma coisa mais light, pelo menos até a cabecinha acalmar. Vou ler mais umas páginas e logo se vê.
Até tinha cenas para partilhar, mas o meu cérebro está em modo pré-esgotamento e não consigo lembrar-me de nada do que queria escrever...

terça-feira, 6 de maio de 2014

Em crise de imaginação para títulos

Calma minha gente, estou viva!
Cansada, enervada. chateada, com vontade de mandar meio mundo (vá, são só os meus patrões) pro caralho, mas viva. Novidades, perguntais vós? Poucas. Digamos que o ponto alto dos últimos dois foi ter ido ao supermercado do El Corte Inglés e encontrar o meu chocolate em pó da Nestlé. Trouxe logo duas latas. Finalmente vou voltar a ter um pequeno-almoço.
E também tive o casório, que correu bem. A noiva estava bem gira. Sinceramente, bem mais do que eu estava à espera. Já a minha vestimenta era bem simples, mas pelo menos não fiz figura triste com um daqueles vestidos de tecidos brilhantes e transparências que parecem saídos de uma loja do chinês.


Aqui estou eu, um bocado desfocada e já toda amassada de andar de carro com o calor que estava. 
E agora vou dormir, que é o melhor que eu posso tentar fazer por estes dias. 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Dia do Trabalhador

Por aqui o Dia do Trabalhador comemora-se a trabalhar. Muito. Num dia de verdadeira loucura, em que só me apetece mandar esta gente toda pro caralho e pôr-me a andar de uma vez por todas.
Ontem, véspera do Dia do Trabalhador, o meu patrão chamou-me para uma conversa em privado. Disse-me, novamente que quer que eu trabalhe até mais tarde. Isto porque uns minutos antes ele queria que eu fizesse qualquer coisa e eu estava com trabalho até às orelhas porque não consigo fazer na hora tudo o que me pedem. A solução? Trabalhar até mais tarde, diz ele. 
Eu respondi-lhe que trabalho seis dias por semana, 47 horas, e que não vou prologar diariamente o meu horário de trabalho só porque eles não param de me dar mais coisas para fazer. Disse que também tenho vida, uma casa para cuidar, que não tenho empregada para me fazer as coisas e que, só porque cada vez tenho mais trabalho, não vou ficar a trabalhar até mais tarde. E espero sinceramente que esta tenha sido a última vez que ele me vem com esta conversa.
Entretanto, hoje, estou a sofrer as consequências. Com certeza que ele partilhou com a filha o que eu disse e a querida da minha patroa decidiu dedicar mais uns dias a fazer-me a vidra negra. Sabem o que lhes digo, aos dois? Pilinhas! Seus infelizes de um raio!

Queria fazer um texto mais inspirador, à altura do dia que hoje se assinala, mas a falta de tempo e o stress não permitem mais do que estas palavras.