sábado, 30 de novembro de 2013

1984

Consegui finalmente acabar o 1984, de George Orwell. Não sei como só o li agora! O livro é simplesmente fabuloso! E assustador, porque conforme a história avança e o autor nos dá a entender como chegaram àquela conjuntura, vemos que nem é impossível de todo tal coisa acontecer.
Três super potências totalitárias; um Estado representado pela figura do Grande Irmão, que lidera O Partido, que por sua vez vigia, através de telecrãs, todos os seus membros; uma nova língua que reduz ao máximo o vocabulário, para assim ser capaz de constranger o próprio pensamento das pessoas e que apaga e reescreve o passado de acordo com o que lhe é mais conveniente... E um homem, Winston, que tem ainda algumas recordações de uma Inglaterra pré-ditadura, que duvida da verdade absoluta que lhe é impingida e que acredita, a certo ponto, que está a lutar contra o Grande Irmão...
Leiam! Vale mesmo a pena.

Agora vou continuar com este


que já comecei a ler. Comprado em Howth, uma pequena vila piscatória em Dublin, numa livraria que, de certeza, serve apenas de ocupação a um senhor simpático, que colocou à venda ene livros usados, a preços simbólicos. Joanne Harris por um euro! :)

Suspiro...

O FM diz que quer ir comigo ao cinema ver o Hunger Games.
Isso só vai poder acontecer quarta-feira... Falta taaaaanto! :(

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

And the games just begun!

Acho que devia criar um blog novo e dedicar-me a contar as coisas maravilhosas que se passam na minha empresa!
Hoje de manhã, por exemplo, tinha um lindo e-mail da cabra fofa da minha patroa, a informar que os nossos turnos de almoço foram trocados!!! Com o intuito de quê, perguntam vocês?? De me separar da colega de trabalho com quem me dou melhor e de infiltrar uma das graxistas oficiais e, assim, tentar controlar o que é dito durante o almoço.
E começa aqui a piquena vingança da puta querida da chefinha, por termos dito que não a mais Domingos.

Bring it on!


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

domingo, 24 de novembro de 2013

Guia para levantar o rabo da cama na terrinha

  1. Acordar, meter o nariz de fora e perceber que está um frio de rachar. 
  2. Mergulhar de novo debaixo da roupa.
  3. Ouvir barulho na cozinha e telefonar à mãe a perguntar se lareira está acesa. Se estiver, óptimo. Caso contrário, pedir para acender.
  4. Esticar o braço em direcção à mesa de cabeceira, agarrar no comando do AC e ligar no Muito Quente.
  5. Mergulhar de novo debaixo da roupa.
  6. 15 minutos depois, voltar a meter o nariz de fora e verificar que temperatura ambiente está bem mais agradável.
  7. Ganhar coragem, atirar a roupa para trás e saltar da cama.
  8. Em modo fast forward, vestir várias camadas de roupa.
  9. Entretanto, abrir a portada da janela e verificar que está um belo dia de sol. Gelado.
  10. Correr para a cozinha e só parar junto à lareira.
  11. Recuperar energias ingerindo um pão com queijo e marmelada que a mãe fez.
No próximo capítulo, saiba como tomar banho e trocar de roupa na terrinha. 

sábado, 23 de novembro de 2013

Alguém me explique por favor...

Porque raio o filme The Hunger Games - Catching Fire já estreou em quase toda a Europa e em Portugal é só dia 29??? Falta uma semana gente! UMA semana inteirinha! Rais parta!


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Há quanto tempo não tinham um post lamechas???

Daqui a uma semana eu e o FM fazemos 9 meses de namoro. E vocês com isso, né? Pois.
Acontece que eu lhe confidenciei que nenhuma das minhas relações anteriores durou mais de 9 meses (com o meu vibrador não conta, já que ele não me chateia. Nem as pilhas pediu ainda para trocar).
Com a mania que ele tem de andar sempre a dar-me tanga, começou a dizer que só faltava x tempo para o fim do nosso namoro e tal. Do género: "Ah, já só tenho de te aturar mais um mês"! Tão fofinho que ele é... 
Pois que falta uma semana para bater o meu recorde! E o que é que ele sugeriu? Fugirmos no fim-de-semana (que é como quem diz, na minha mísera folga) para assinalarmos a data. Qual aniversário, qual quê! O que está a dar é comemorar o namoro mais longo da minha vida! 
E último, pretendo eu. Porque, se nove meses depois, continuo apaixonada, a ter saudades e a gostar cada vez mais dele, então a minha previsão estava correcta e sim, ele é o homem da minha vida. O meu FM! 

Gaba-te cesto!

Eu que nem sou nada dessas coisas, decidi colocar no Face que estou numa relação com o FM. A reacção dos fãs, tristes, revoltados e chorosos com tal novidade, não se fez esperar! Lá se foram os admiradores... 

PS: É bom que isto funcione para os dois lados! Que eu não quero cá mais gajas a botar Likes nas fotos do homem! E não, não sou ciumenta. Tá??

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Aquele momento em que....

Vens toda pimpona rua abaixo, casaco branco, cabelo lavado, cheiroso, acabado de esticar... E uma puta de uma gaivota caga-te em cima, suja-te o casaco e o cabelo! AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!
A sério? 
Vou jogar no Euromilhões. E depois de ganhar, vou investir num plano para a exterminação total de gaivotas, pombos e afins!

sábado, 16 de novembro de 2013

Lois perdeu o pouco juízo que lhe restava!

Inscrevi-me na Corrida de S. Silvestre!!!
E dizem vocês: Ah e tal, isso não é em pleno Inverno, assim no fim do dia, quando já está escuro e um frio de rachar?
Pois é!
E continuam: Ah e tal, mas não são 10 kms a subir e a descer ruas pelo centro da cidade? 
Pois são!
E terminam: Hum... Ó Lois, e tu achas que vais conseguir fazer isso tudo a correr? 
Eu sei lá (se não os chineses ou o caralho). Só sei que tenho um mês para me pôr a correr 10 kms. Depois penso nas subidas.

Aquele momento em que...

... O microondas faz 'plim!', tiras a caneca de leitinho com chocolate, que por sinal está bem quente, diriges-te devagarinho até à mesa, para não entornares metade pelo caminho e... dá-te uma vontade incontrolável de espirrar! 

Yasminelle vs Arankelle

Pensava eu que tinha descoberto uma grande coisa e afinal parece que já venho atrasada. Mesmo assim, partilho com o mulherio que pode andar distraído como eu.
Ontem fui à farmácia comprar a pílula (e droga da boa para a dor de cabeça) quando a moça me diz: "Não sei se sabe, mas a Yasminelle tem genérico". Eu: "Ai tem? Não sabia! Fale-me disso!".
Pois que a composição é exactamente a mesma (tinha de ser, né?) com a  diferença de não trazer um livrinho maricas e uma caixa toda xpto. O melhor mesmo, é o preço. A Yasminelle custa quase 10€, não é comparticipada e não há nos Centros de Saúde, enquanto a Arankelle custa 4€ e qualquer coisa. Melhor ainda: com receita médica, pode-se comprar para três meses, por pouco mais de 2€. Muuuuito mais barata!
A menina disse até que estava a tomar e garantiu não ter sentido diferença alguma!
Fiquei convencida e comprei a genérica. Agora resta esperar para ver se de facto é a mesma coisa. Uma gaja fica sempre desconfiada nestas coisa, né? 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Bom dia!!!

Gosto tanto das pessoas que vêm escarrapachar a vida pessoal no Facebook!!!




Meus amigos, não havia necessidade!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Let's pretend this is a fashion blog

Moçoilas:
Se quereis usar aqueles calções do tamanho de cuecas, ao menos escolhei uns collants daqueles sem marcas, para não fazerdes estas figurinhas:

Já vi bem piores, mas não arranjei foto! :p

Tá??
Já agora, aqueles collants a imitar as meias de liga, com uns desenhos a fugir para o ordinários, também não são fixes!

Aiii!

Sabeis o que foi o meu jantar ontem?
Castanhas assadas! Muitas e boas! Mai nada!

Resultado? Acordei com uma valente dor de cabeça e tão tonta como se tivesse bebido um garrafão de vinho. Um dia destes o meu fígado faz greve pá....

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Só para mudar de assunto

Hoje fui correr, após quase dois meses parada. Fiz um treino miserável e mesmo assim ia largando um pulmão numa subida minúscula. Vamos ver se consigo largar a ferrugem!

Cenas dos próximos capítulos

E perguntais vós:
Então Lois, como ficou aí a cena no teu escritório? Sempre vai ficar fechado aos Domingos, depois de vocês terem mandado a fofinha da patroa passear?
Eu respondo: Nop! Há uma colega que entrou há menos tempo e que já tinha sido advertida de que ia ter de fazer os Domingos o ano todo e a quem posteriormente foi dada isenção de horário. Ora a querida chefe disse-lhe que ela vai fazer TODOS os Domingos e passa a ter sempre folga ao sábado! Golpe baixo pá!!
A espertinha acha que nos atinge desta forma e que nos faz sentir culpadas. Pois... Não me parece! A mim nunca ninguém ofereceu isenção de horário (que dá mais uns trocos no ordenado) por trabalhar os Domingos. Além disso, ela é como o cotonete e bandeia-se para o lado de lá. 'Portantos', olhai para a minha cara de preocupada!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Dilema resolvido. Let the games begin!

Pois que hoje, finalmente, já ganhámos coragem e fomos falar com a fofinha da patroa. As duas ao mesmo tempo! Mas a gaja, esperta, disse logo que só falava com uma de cada vez. 
A minha colega esteve lá tempos infinitos, enquanto me roía toda de curiosidade e tentava apanhar alguma coisa da conversa. Finalmente chegou a minha vez. Consegui, por olhares e sinais de fumo, perceber que ela tinha, tal como estava combinado, dito que não! 
Era a minha vez agora. Pensei que também ia ter direito a alto discurso, mas não. A senhora disse que não ia gastar mais latim a dizer o mesmo e resumiu a coisa. Disse que nós estávamos a pensar pequeno e em colectivo e que não o devíamos fazer; que estávamos a fazer uma tempestade num copo de água, porque não nos estava a tirar nada, apenas a trocar a folga; que nunca nos pediu nada, pelo contrário, que sempre nos deu e que nós nunca demos nada; que nunca nos pediu para fazermos horas extra (esqueceu-se da parte em que já me disse umas cinco ou seis vezes que eu devia trabalhar até mais tarde. Além das 7 horas por semana que faço a mais. Memória fraquinha, fraquinha a dela...). Deu a entender que com aquela atitude estávamos a perder qualquer coisa (querem ver que ela estava a pensar aumentar-me o ordenado?) e à minha colega, que trabalha lá há seis anos e ganha 630€, disse que ela não estava a pensar no futuro e que podia vir a subir dentro da empresa (por este andar, só se for para cima da secretária).
Enfim. No fundo, no fundo, a senhora acha que devíamos estar gratas por termos um emprego de merda, com um ordenado de merda, a aturar o feitio de merda dela. Ela é a Madre Teresa de Calcutá e nós somos umas ingratas! 
Agora resta esperar pela vingança dela. Sim, porque ela vai-se vingar! Pois que venha! Cá estamos para responder à letra. Como diz o outro, só custa a primeira vez! :) Let the games begin!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Dilema (dos sérios): irá esta crise levar-nos de volta ao tempo da escravatura?

Tenho um novo dilema. Mas desta vez não é uma daquelas dúvidas parvas que gosto de partilhar e que não interessam a ninguém. Agora a coisa é séria. E não é só o meu dilema. É o nosso. Meu e de mais duas colegas de trabalho.
Explicar o problema vai, muito provavelmente, originar um longo post e não sei se terão paciência para o ler até ao final. Se conseguirem, agradeço. Se me derem a Vossa opinião, pode ser que me ajudem. 

Em 2011, fugida de um trabalho como jornalista / editora num jornal regional onde quase dei em maluca, comecei a trabalhar numa empresa de turismo, na área da Comunicação. As condições não eram as melhores, mas o desespero de sair do jornal onde estava era tanto, que na altura me pareceu o paraíso. Assim, aceitei trabalhar seis dias por semana, sendo que ao sábado seria ‘apenas’ das 10h30 às 16h30 e, entre a Páscoa e o início de Novembro, fazer o Domingo (tendo a folga ao sábado) em rotação com as colegas. Somos quatro, o que dá cerca de um Domingo por mês. Sem qualquer compensação extra. Tudo isto pela módica quantia de 600 euros. Subsídio de alimentação não existe, pois a empresa tem restaurantes e almoçamos lá. Só esta questão já dava para umas quantas páginas, de tão ridículo que se tornou, mas não é isso que me faz desabafar hoje.

Na entrevista a chefe disse que era necessário, aos sábados / domingos, o escritório estar aberto até às 18h30, mas que teria de arranjar uma solução para tal. Cerca de um mês depois de ter começado a trabalhar aqui, comunicou-nos que no fim-de-semana deixávamos de poder sair às 16h30 e que tínhamos de ficar até à hora normal de semana. Ou seja, a solução dela foi simplesmente acrescentar duas horas à jornada. Total de horas de trabalho semanais? 47.

O tempo foi passando e eu acumulando funções. Além da comunicação da empresa fiquei responsável por mais uma série de coisas, umas que têm alguma a coisa a ver com a minha área, outras que nem por isso. Tenho feito de tudo um pouco. Quando os novos escalões de IRS foram aprovados, retiraram-me 20 euros ao ordenado. Apesar de inicialmente ter acordado os 600, a empresa não assumiu o corte, pelo menos no meu caso, pois tenho conhecimento de o ter feito com outros funcionários. Saldo? 580 euros por mês. Balanço? Trabalho aumentou e salário diminuiu.

Há uma semanas ouvi uns rumores de que a chefe queria que continuássemos a fazer Domingos o ano todo. Ficámos logo revoltadas com a ideia e, em conversa umas com as outras, decidimos que se ela viesse falar sobre isso, iríamos recusar. Outubro acabou e ela não nos disse nada. Logo, no primeiro Domingo de Novembro, à semelhança dos últimos não sei quantos anos, ninguém foi trabalhar. Pensámos que ela tinha desistido da ideia e que ia tudo continuar como antes.

Ontem a chefe chamou-me para uma conversa. Quis fazer uma espécie de balanço do meu trabalho. Disse que quando acabasse o meu terceiro contrato me ia passar para outra empresa do grupo, pois não quer meter ninguém no quadro. É uma querida, não é? Acusou-me de não dar o suficiente à empresa, pois não fico a trabalhar até tarde. Tão fofa! Já perdi a conta às vezes que ela veio com esta conversa. Segundo a lógica dela, se eu fazia tantos horas no jornal (porque será que quis sair de lá????) devo fazer o mesmo na empresa! Eu expliquei que já trabalho seis dias por semana, logo, como ela deveria compreender, não posso ficar todos os dias a fazer horas extra (que por sinal não são pagas). Além disso, sempre que foi necessário, eu fiquei até mais tarde, pois achei que o devia fazer, sem ser preciso ninguém me pedir. Resposta dela: Isso foram casos esporádicos. Tradução? Tens de ficar mais vezes até mais tarde!

Quando eu achei que a conversa tinha acabado, veio a história dos Domingos. Basicamente a senhora quer que façamos os Domingos rotativos o ano todo. Segundo ela, não nos está a tirar nada, apenas a trocar a folga, pois é um dia normal, como outro qualquer. Questiono-me porque será que o Código do trabalho diz que os Domingos e feriados (que por acaso também trabalhamos à vez, entre a Páscoa e Novembro) devem ser pagos a dobrar (agora já não, mas não sei ao certo qual o valor) e compensados com uma folga extra…

Perante isto, eu fiz uma contra proposta, com vista a conseguirmos ter, pelo menos, um fim-de-semana livre cada uma, por mês, mas o máximo que ela ofereceu foi 1 fim-de-semana a cada uma. Apenas 1, nesses cinco meses. Tão generosa!

Eu não fiz boa cara e disse que ia pensar. A seguir a mim, foi outra colega. Mesma conversa. Como viu a coisa complicada, chegou a um ponto em que lhe disse: Agora decide. Podes aceitar ou não. E a minha colega questionou: E se eu não aceitar? Vai deixar de falar bem comigo? Vai-me fazer a vida negra? Vai-me despedir? Resposta: silêncio e um encolher de ombros. 
A terceira colega está de férias, por isso, teoricamente, ainda nem sabe de nada. 

Hoje é quinta-feira e ainda não demos uma reposta. Amanhã vamos ter de o fazer e ainda não conseguimos decidir se, mais uma vez, cedemos, ‘baixamos a calças’ e ainda oferecemos a vaselina para nos irem ao rabinho mais uma vez, arcando depois com as consequências (que podem ser desde fazer-nos a vida negra, a não nos renovar os contratos de trabalho) ou se batemos o pé, puxamos as calças para cima, e dizemos que não, que não aceitamos que continuem a foder-nos com jeitinho.


Por este andar, a crise vai mesmo levar-nos de volta ao tempo da escravatura. 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Dilema matinal

Não querendo tornar-me numa gaja muito chata (Chata! Nada contra, ein??), venho partilhar mais um dilema na minha vida. O ginásio! Poizé! Acho que já tinha escrito que quero mudar de ginásio. Deixei o que frequentava há cerca de dois meses e preciso URGENTEMENTE de regressar, antes que comece pra i a rebolar (já rimo e tudo).
Tinha visitado um ao pé da minha casa e tinha ficado praticamente convencida que me ia inscrever lá. É muito perto, dá para ir a pé, tem piscina, horários porreiros, montes de aulas e é espaçoso. 37,5€ por mês, duas vezes por semana, mais 35€ de seguro (que não tenho de voltar a pagar) e mais 5€ para o cartão.
Mas, entretanto, uma colega falou-me de outro, que também não fica longe. Nem preciso de pegar no carro, porque são duas paragens de Metro. O espaço também é porreiro, tem as aulas principais, horário menos alargado uma meia hora de manhã e outra à tarde e preços mais apelativos: 31€ por mês e posso ir todos os dias, com uma condicionante: duas horas por dia! Além disso, se for através da minha colega, não preciso de pagar a inscrição (30€), só tendo de pagar o seguro anual, no valor de 16€.
E pronto. Agora estou aqui num dilema. Este é mais barato e permite-me ir todos os dias, mas só duas horas. Ao outro, posso ir duas vezes por semana, o tempo que quiser, mas fica mais caro, apesar de mais perto de casa. 
E agora???

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Aquele momento em que...

... A luz do ecrã do pc denuncia o quão sujas as lentes dos teus óculos estão, mas tens uma preguiça descomunal de ir buscar o paninho e os limpas à camisola, para depois perceberes que ficaram ainda mais cagados!