terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Wanted: mala preta de verniz!

Senhora minha mãe foi bastante específica na prenda de Natal que quer este ano. Uma mala preta de verniz!
E eu pergunto onde raio vou eu desencantar uma! Se não precisasse, tenho a certeza que ia chocar com umas quantas. Mas como quero muito encontrar uma, já quase consigo imaginá-las todas a esconderem-se no escuro das prateleiras. É sempre isto.
Portantos, se alguém se cruzar por aí com uma mala preta de verniz gira, faça o favor de gritar!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Desconfio seriamente que estou a morrer...

Ou então é só uma constipação. Mas juro que parece que estou a morrer.


Talvez, bem lá no fundo, também eu seja um gajo!


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

É sexta-feira e a semana passou a correr. Como todas as do último mês, desde que comecei este trabalho. E não houve um único dia em que não me apetecesse levantar para ir trabalhar. 
Finalmente! 

sábado, 12 de novembro de 2016

Momentos de insanidade sentimental.

Alguém, por favor, me impeça de ver filmes lamechas, antes que eu vá ali cortar os pulsos de vez. 

Fuck, fuck, fuck.

A partir de agora, só filmes de terror para mim.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Fim de semana de gajas.

Após ter conseguido, finalmente, arranjar um quarto mais ou menos decente (apartamentos para uma pessoa têm mais procura que a Zara em saldos), que vai servir para desenrascar nos próximos dois ou três meses, no fim de semana fui com as amigas relaxar para o Gerês.
E digo-vos que apanhei melhor tempo do que quando lá estive no verão! Sou a única que não acha normal este calor? Eu adoro outono com sol, mas mais de 20 graus, dispenso. Parece que até o S. Pedro anda louco.
Mas pelo menos vim de lá de alma lavada. Foi descansar, passear, rir, comer e conversar com as amigas. O verdadeiro fim de semana de gajas. Mesmo a calhar, depois deste período conturbado de mudanças e stress com a procura de um teto. 
Venham mais como este!

sábado, 15 de outubro de 2016

Arranjar um apartamento decente, que é como quem diz, T0 ou T1 mobilado e arranjadinho, com uma renda que não me leve o ordenado quase todo, está a ser como encontrar uma agulha no palheiro. 
Voltar a viver no Porto é muito lindo, mas convinha não ser debaixo da ponte.