quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Desgraças de ano novo, que por este andar vai ser igual ao velho!

Olá pessoas!

Então, como vai esse novo ano? Cheinho de resoluções que não pretendem cumprir? Por este lado não, que já se desistiu de promessas que depois nunca vão a lado nenhum. 
No entanto, depois de várias semanas a adiar, ontem lá voltei ao ginásio. E, minha gente, deixem que vos diga: se há coisa pior do que começar a ir ao ginásio, é ir, parar um mês e voltar. Tudo dói hoje. Tudo! E sei que amanhã vai ser pior...
Só fiz uma aula e depois do aquecimento já só queria ir embora. No final, descer as escadas foi um tormento, com medo que uma perna me falhasse eu fosse parar lá abaixo de nariz. 

Daqui a uma semana devo voltar a conseguir andar como uma pessoa normal. Sem fazer esgares de dor e soltar meia dúzia de palavrões de cada vez que tenho de me sentar ou levantar. Ainda por cima a copa da empresa fica no andar de baixo. Agora pensem!

Se não tivesse passado o último mês a encarnar a versão feminina do Homer Simpson e a enfardar comida nos 359 jantares de Natal-passagem-de-ano-ano-novo-ou-qualquer-outra-celebração que tive, agora não estava neste lastimável estado de quase obesidade.
Pronto, se calhar só com mais dois ou três quilos e um fígado totalmente arruinado. Ainda assim, convém caber nos vestidos que comprei nos saldos, que não gosto de desperdiçar dinheiro.




quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Vou só ali morrer e já volto.

Regressar ao trabalho a uma quinta-feira, não só é doloroso, como é parvo. Devia ter metido a semana toda de férias.
Hoje ia tendo uma coisa má quando me levantei. Foram demasiados dias a acordar à hora de almoço.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Mininas, aproximem-se! Estou muito necessitada da Vossa ajuda!

Já todo mundo sabe que mulher sofre. Sobretudo no que diz respeito a cabelos, pneus, pelos e cenas. Pois bem, tenho um problema. Antes fosse um. São vários, mas neste momento é este que me apoquenta e que quero partilhar, na esperança de obter a Vossa ajuda.

Não sei se cheguei a partilhar que durante os tempos que vivi para os lados de Braga me deixei cair nas graças do verniz gel. Aquilo foi uma maravilha! Meio aninho com as unhas sempre impecáveis. Quando tirei o verniz de vez as unhas não estavam muito católicas, mas nada que não tenha recuperado num mês ou dois.

Pois que, lá para o verão, decidi voltar a aplicar o dito cujo. Encontrei uma moça simpática e jeitosa (salvo seja) na terrinha e lá fui eu. Só que, e aqui têm de fazer uma grande pausa na leitura, a moça remove o verniz com uma broca. Ao contrário da de Braga, que o fazia com um removedor de verniz. 

Sucede que, ao fim de dois meses já as minhas unhas pareciam papel e não aguentavam nem mais uma aplicação do que quer que fosse. É que vocês não estão bem a ver o estado em que elas ficaram! Foram precisos muitos meses a fio a usá-las rentes a corta-unhas (nem a lima aguentavam, porque dobravam, de tão finas que estavam) e apenas com verniz endurecedor SOS. 

Entretanto, felizmente, já voltaram ao sítio e eu voltei à boa e velha trabalheira semanal de as pintar com verniz normal. 

Portantos, a minha questão, porque já estou outra vez farta de andar a pintar e a ver o verniz lascar, é: alguma alma caridosa conhece uma moça (ou moço, que eu cá não discrimino ninguém) que aplique verniz gel com jeito e que não o remova à broca ou à lima? No Porto e arredores, naturalmente.

É que eu já corri vários sítios e todo mundo usa a broca. E não me venham cá com coisas que depende do jeito e tal, que a mim não me voltam a arrancar verniz à lixadela. Por maior que seja o jeito, vai sempre um bocado de unha também e, quando se dá por ela, já não há unha.

E sim, eu sei que o removedor também faz mal e que tem químicos, mas é uma opção muito menos violenta para mim.

Portanto, gente da minha terra, por favor, partilhai comigo o Vosso conhecimento de manicuras! E partilhai o meu dilema com as amigas e conhecidas! Antes que eu volte definitivamente a um triste e só verniz transparente...
Deixei escapar, em conversa com alguns colegas de trabalho, que tenho um blog anónimo. Estão neste momento quatro criaturas agarradas ao Google a tentar descobrir qual é!

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Já estive mais longe de me fingir de grávida.

Pois que ontem fui comprar as últimas prendas de Natal. Estou despachadíssima e não pretendo voltar a entrar num shopping este ano. Saldos, só online!
Estava eu no Mar Shopping, contente da vida porque nem estava muita gente e eu tinha, finalmente, os assuntos quase todos arrumados, quando a minha mãe me liga e pergunta, com o ar mais inocente do mundo, se lá, por acaso, não tinha uma Primark!
Eu disse que não, isso era no Norte Shopping, que provavelmente estava cheio de pessoas até ao teto e que ela nem pensasse que eu ia lá meter-me. "Ah e tal, precisava de umas pantufas para dar à tia e lá tem sempre umas tão giras...". 

A minha mãe tem o dom de me fazer sentir peso na consciência. Como tal, saí de lá e encaminhei-me para o outro shopping, já a dizer mal da minha vida. Parques cheios, há que ir para a cobertura. Depois de dizer muita asneira, lá consegui encontrar um lugar e corri para a Primark. 
Entrei, fiz gincana entre as pessoas, consegui alcançar a zona das pantufas, escolhi umas e, quando viro costas para correr para a fila, penso: "Oh foda-se". A fila viera até mim! Yap, era gigante. 

Eu já sentir a ansiedade a crescer, o calor a aumentar e só me apetecia fugir dali para fora. Nessa altura, olhei para a minha barriga e juro que me ocorreu fingir-me de grávida em início de carreira. O vestido até era justo, até dava para enganar. 
Mas não, descansem. Aguentei-me, estoicamente, de pantufas na mão, até chegar a minha vez de pagar e fui embora, a prometer a mim mesma, que a minha mãe ia ter de me compensar pelo sacrifício que fiz. 

domingo, 10 de dezembro de 2017

A moda to thigh gap (e como eu só descubro estas coisas quando já não são novidade)

Andando eu pelas internetes a ver as notícias do dia, encontrei uma sobre o que parece ser a última moda da cirurgia estética, que promete umas pernocas dignas de usar aquelas rachas até ao umbigo. No entretanto, ao ver os links relacionados com a notícia, descubri que existiu (acho que já vou com um ano de atraso) uma nova moda entre o mulherio: o thigh gap. 
E perguntais vós o que é isso? Pois, minha gente, não é mais do que espaço entre as coxas. 
Então parece que andou (ou andará ainda??) muita gente obcecada em conseguir o tal thigh gap, que se costuma ver nas modelos dos catálogos e nas mulheres mais magras. Tipo isto: 



E vai daí, desatou meio mundo a fazer dieta, exercício e sabe-se lá mais o quê (vi vários links com conselhos para conseguir o afamado thigh gap, mas confesso que nem li) para acabar com aquela chicha inconveniente entre as coxas.

Se a moda pega mesmo, eu vou ser banida da sociedade fashionista do hot&sexy, porque não há cá espaços entre as coxas. Nada de corpinho da moda para mim, nem para muita gente que, como eu, foi abençoada (ou não. É tudo uma questão de perspetiva) com umas coxas mais avantajadas. Alcançar o dito gap implicaria perder uns 20 kgs e, consequentemente, desaparecer do mapa.

Apesar de tudo, compreendo que muitas mulheres considerem este detalhe um sinónimo de beleza e que lutem por conseguir alcançá-lo. Cada um sabe de si. Afinal, a grande vantagem da moda é o facto de ser cíclica, e se o que há 20 anos era feio, como as pernas arqueadas, agora é bonito, melhor! 

Só lamento que nenhuma destas novas modas ajude as mulheres a aceitar-se como são e continuem a encaminhá-las pelo tortuoso caminho das dietas e mais dietas, exercício em exagero, cirurgias manhosas e obsessão por um corpo considerado perfeito.

E, antes que me atirem pedras, não, não sou contra quem procura um corpo saudável! Eu mesma já voltei, com muito sacrifício, ao ginásio, a ver se mexo um bocado o esqueleto, que viver só de sofá e cadeira do escritório não dá, sobretudo a partir de certa idade. 

Como em tudo, temo apenas o exagero e o querer agradar aos outros e não a nós próprios.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Ando à procura de inspiração para vir cá escrever. Mas a minha vida está tão enfadonha, que não vos quero chatear. Bah!