domingo, 10 de dezembro de 2017

A moda to thigh gap (e como eu só descubro estas coisas quando já não são novidade)

Andando eu pelas internetes a ver as notícias do dia, encontrei uma sobre o que parece ser a última moda da cirurgia estética, que promete umas pernocas dignas de usar aquelas rachas até ao umbigo. No entretanto, ao ver os links relacionados com a notícia, descubri que existiu (acho que já vou com um ano de atraso) uma nova moda entre o mulherio: o thigh gap. 
E perguntais vós o que é isso? Pois, minha gente, não é mais do que espaço entre as coxas. 
Então parece que andou (ou andará ainda??) muita gente obcecada em conseguir o tal thigh gap, que se costuma ver nas modelos dos catálogos e nas mulheres mais magras. Tipo isto: 



E vai daí, desatou meio mundo a fazer dieta, exercício e sabe-se lá mais o quê (vi vários links com conselhos para conseguir o afamado thigh gap, mas confesso que nem li) para acabar com aquela chicha inconveniente entre as coxas.

Se a moda pega mesmo, eu vou ser banida da sociedade fashionista do hot&sexy, porque não há cá espaços entre as coxas. Nada de corpinho da moda para mim, nem para muita gente que, como eu, foi abençoada (ou não. É tudo uma questão de perspetiva) com umas coxas mais avantajadas. Alcançar o dito gap implicaria perder uns 20 kgs e, consequentemente, desaparecer do mapa.

Apesar de tudo, compreendo que muitas mulheres considerem este detalhe um sinónimo de beleza e que lutem por conseguir alcançá-lo. Cada um sabe de si. Afinal, a grande vantagem da moda é o facto de ser cíclica, e se o que há 20 anos era feio, como as pernas arqueadas, agora é bonito, melhor! 

Só lamento que nenhuma destas novas modas ajude as mulheres a aceitar-se como são e continuem a encaminhá-las pelo tortuoso caminho das dietas e mais dietas, exercício em exagero, cirurgias manhosas e obsessão por um corpo considerado perfeito.

E, antes que me atirem pedras, não, não sou contra quem procura um corpo saudável! Eu mesma já voltei, com muito sacrifício, ao ginásio, a ver se mexo um bocado o esqueleto, que viver só de sofá e cadeira do escritório não dá, sobretudo a partir de certa idade. 

Como em tudo, temo apenas o exagero e o querer agradar aos outros e não a nós próprios.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Ando à procura de inspiração para vir cá escrever. Mas a minha vida está tão enfadonha, que não vos quero chatear. Bah!




quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Não perdi mais a cabeça. Só os contactos do telemóvel.

A cabeça parece ter melhorado, mas a habilidade para fazer um backup decente ao telemóvel, nem por isso. Tive de voltar a instalar o Android, que o bicho deixou de se ligar ao wi-fi quando eu estava nas Alemanhas, e lá se foram a maior parte dos contactos. 
Eu juro que fiz backup. Tal e qual as instruções. Mas, vá-se lá saber porquê, não funcionou. Pela segunda vez.
Já comprava um telemóvel novo, mas diz que a vida está difícil e que não me apetece gastar dinheiro num, quando posso fazer reset a este e ter de configurar tudo outra vez. Tal e qual como se fosse novo! Ou não.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Procura-se cabeça! Perdida desde domingo.

Esqueci-me de referir que nos outro diz também saí de casa sem o saco do ginásio. Lá se foi a marcação para fazer o plano de treino.

E hoje voltei a sair sem telemóvel. Vou ter de ir a casa de propósito na hora de almoço, porque no fim do trabalho tenho de ir direta para a terra e não quero ir ao Porto apanhar trânsito.

Inspira. Expira. Não pira.


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Esta semana tem tudo para correr bem! Ou não.

Na segunda à noite, ia toda lampeira pegar no portátil para ver uma série, quando olho em volta, por todo o quarto e penso: onde raio meti eu o pc? Corri a casa toda, computador de grilo... Mau! Eu sabia que o tinha tirado do carro e levado para a entrada do prédio. Corri para o rés-do-chão e fui ver o quadro onde o condomínio costuma colocar as informações. E, lá estava, o maravilhoso anúncio, escrito à mão, a dizer que tinha sido encontrada uma pasta com um computador lá dentro e que o dono podia ir buscá-lo a tal apartamento. Ufa!
Na terça saí de casa para trabalhar, fui ao ginásio e depois voltei para casa. Procurei as chaves de casa na carteira. Não as encontrei. Pensei: Bonito. Isto está a correr bem! Fui tocar na campainha, rezando para que estivesse alguém em casa. Estava. Ufa!
Hoje, saio para o trabalho, confirmando que meti as chaves na carteira. Chego ao trabalho, instalo-me e procuro o telemóvel. Não o encontro e, de repente, lembro-me que ficou em cima da mesa da sala, onde estive sentada a tomar o pequeno-almoço. E penso: Ah bom. Esta semana está a correr lindamente.

Agora vamos todos rezar para que amanhã eu não saia de casa de pantufas. Ou em collants. Existe todo um mundo de possibilidades, no que diz respeito ao esquecimento de Lois Lane.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Ó pessoas desculpai o mau jeito, que é como quem diz, a ausência de notícias, mas a vidinha tem andado complicada por estes lados. Muito trabalho, algumas viagens à Alemanha e formação pelo meio, à mistura com aniversários e idas à terrinha, sem tempo para nada.

Devo dizer que afinal o meu intestino não ficou curado e que continuo a ter episódios de diarreia, por isso o mais provável é que venham mais posts de caca. Médico de família passou-me 300 mil análises para fazer e ainda quer que eu faça uma colonoscopia e endoscopia outra vez. Sim, já fiz, há uns três anos. E sim, foi com anestesia. E não, não custou nada porque estava a dormir. Mas não, não me apetece nada fazer outra vez, porque a preparação para aquela bodega é do pior que há.

E porque um mal nunca vem só, nas últimas semanas a ansiedade voltou a atacar em força. Na semana passada achei que ia morrer dentro do avião e estive a dois segundos de ter um ataque de pânico. Com o avião parado. Na pista. Só por ter estado lá dentro uma hora... Já ando a dar em tudo o que é droga natural, mas diz que não tem tido grande efeito.

Ontem já fui visitar um ginásio e vou-me inscrever, que isto é falta de mexer o corpinho e ver uns gajos jeitosos a levantar pesos. Espero que ajude, que eu não me quero tornar numa drogada oficial. Embora, confesso, tenha pedido ao médico alguma coisa "a sério" para os voos, já que me ando a passar completamente sempre que entro num avião. Ele receitou-me uma cena "fraquinha". Por via das dúvidas perguntei ao amigo Google e ele diz que aquela merda é coisa para me deixar KO dois dias seguidos. Por isso não comprei. 

Vamos ver se isto vai lá só à base de valeriana, flor de maracujá e uma gotas maradas de extratos de flores que trouxe da Alemanha. E ganhar juízo, que eu não tenho medo de andar de avião, por isso é ridículo panicar lá dentro.

Dizem que Reiki e meditação ajudam. Mas eu prefiro o desporto. Se falhar, logo de vê.

Até lá, vamos todos rezar para que este calor da treta se vá embora, que eu tenho uns botins novos para calçar e com 27 graus não dá muito jeito.