segunda-feira, 24 de setembro de 2018

O outono está a matar a Dorothy que existe dentro de mim.

Lois Lane queria uns sapatinhos abertos ou uma sandalitas fechadas, para poder usar no Outono. Estão a ver aqueles dias mais frescos, em que ainda está bom tempo, mas que já pedem uma meia fininha nos pés? Em que já não dá para usar sandálias, mas também é cedo para botas?

Depois de investigar, Lois Lane encontra os sapatos / sandálias perfeitos, na amiga e sempre fiel Lefties. Lindos de morrer, mas com a desvantagem de só existirem numa cor: vermelho. 

O número para o pezinho de Cinderela só existia numa mísera loja, pelo que Lois Lane prontamente reservou o tão desejado par e foi, a correr, comprá-lo no dia seguinte.

Agora, Lois Lane poderia ser a Dorothy da Inbicta, não fosse o facto de serem 9 da manhã e já estarem mais de 25 graus lá fora! Parece que o S. Pedro continua confuso e se voltou a esquecer da mudança de estação, visto que estamos com dias mais quentes do que tivemos no Verão.

E os sapatilhos vermelho, lindos de morrer, estão em casa, abandonados, à espera de dias mais frescos...





quinta-feira, 20 de setembro de 2018

As desvantagens de sofrer de vergonhite aguda.

Estais a ver o blind date que a minha amiga me arranjou?

Pois bem, voltámos a uma das questões mais difíceis a que a Humanidade tenta, em vão, responder, vai para séculos. Ou então talvez seja só eu. 

Quantas vezes tens de recusar um convite, até que a outra pessoa perceba que não estás interessada? 

Se eu tivesse de atirar um número para o ar, diria duas. A primeira vez até acreditas que o indivíduo (masculino ou feminino) está com uma semana muito ocupada, ou que está com problemas pessoais e precisa de tempo para estar sozinho (sim, são duas das minhas desculpas mais recorrentes). 
Mas quando convidas a segunda vez e o indivíduo volta a dizer que não, apresentando nova desculpa esfarrapada, devia automaticamente estar subentendido que não está para aí virado e que, provavelmente, é apenas muito polite, envergonhado ou whatever para dar assim um não redondo. 

Eu sou essa pessoa. Eu sei que devia ser sincera, mas não consigo dizer assim na lata: "Desculpa, mas não quero. Não vai dar. Pára de me chatear. Baza!". E então vou recusando, sempre com desculpas muito credíveis (ou não) a ver se a pessoa se manca e desiste. É a chamada técnica de vencer pelo cansaço.

Aparentemente não resulta...




terça-feira, 11 de setembro de 2018

Estão a ver aquela expressão que diz "só me saem duques e cenas tristes?". A mim nem isso. É só malucos mesmo!




segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Ter medo é... Quando a tua amiga te arranja um blind date!

As pessoas são coscuvilheiras e adoram saber da vida alheia. Sobretudo da amorosa. E todos sabemos que isto piora mil vezes nas terras pequenas. 
Ora, a minha rica vila de origem não foge à regra. Talvez por isso, mas também porque estou numa fase em que não me apetece ter de dar satisfações a ninguém, desde que terminei com o falecido, nunca mais ninguém lá na terrinha me viu com ou ouviu falar de gajos. Para todos os efeitos, estou sozinha e solteira há dois anos e meio.
Só que esta estratégia é uma "faca de dois legumes". Porque metade da minha família e dos meus amigos acham que estou sozinha há demasiado tempo e que têm de me arranjar namorado.

Uma amiga de infância andava há meses a dizer que o marido tinha um amigo que era perfeito para mim, que tínhamos imenso em comum, que era muito bom rapaz, blá blá blá. A minha resposta foi: "Estás a gabá-lo demasiado. É assim tão feio?". Disse que não, mas que era era tímido. Andou meses a tentar arranjar um encontro, até que, na semana passada, lá fui jantar com a criatura.

Efetivamente não era feio e, sim, era simpático e até muito conversador. Mas no final do jantar eu pensei: "Caramba! A D. conhece-me mesmo mal. Ou acha que estou realmente desesperada!". Quem me conhecesse minimamente, sabia que isto jamais poderia resultar num romance. Mesmo tendo alguns gostos em comum. Simplesmente não é o meu tipo de pessoa.

O problema? Aparentemente fui a única dos dois a achar isso...





quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Quando descobres a nova namorada do teu ex.

Quem nunca teve um ataque de ciúmes por saber que o ex tem outra pessoa, que atire a primeira pedra!

Eu, Lois Lane, me confesso, tenho muita dificuldade em lidar com o sentimento de posse e de perda. Não quero para mim, mas também não quero que seja para mais ninguém. Parvo, com certeza, mas entretanto passa, até porque fui eu que o deixei à solta.

Pelo menos parece que ele finalmente encontrou a pessoa que merecia. If you know what I mean.

Muahahahah!




terça-feira, 21 de agosto de 2018

Quem sofre de TPM ponha a mão no ar.

Aqueles dias de TPM em que a coisa está tão ruim, mas tão ruim, que só um pacote de mini Twixs e outro de Snickers são capazes de nos tirar do fosso.






quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Afinal, o que querem as mulheres dos homens?

Um dia destes, em conversa de gajas, falávamos de gajos e, naturalmente, dos seus defeitos e virtudes.
Dizia uma que um namorado tem de ajudar a limpar a casa e a cozinhar, que isto de ser empregada dos outros não é vida. Dizia a outra que sim senhor, mas que não se importava de ter um preguiçoso na lides domésticas, desde que fosse muito bom na cama.
E surgiu a questão, ao género Bruno Nogueira: "Lois, preferias um gajo que limpasse e cozinhasse, mas fosse mau na cama, ou um gajo que não ajudasse em nada, mas que fosse muito bom amante?"
Para o resto da vida, dizem elas, e sem hipótese de compensar o mau na cama com amantes, ou o bom com mulher a dias.

E eu fiquei a pensar nisto.
É que se mau sexo para toda a vida parece um castigo demasiado severo, por outro lado, pensar que nunca mais tinha de me preocupar em limpar a casa e agarrar-me ao fogão, parece-me muito o Paraíso.

E vocês, qual deles preferiam?