segunda-feira, 22 de julho de 2019

Continuar ou desligar o blog? Eis a questão...

Há mais de três meses que não metia aqui as patinhas. Podia dizer que andei muito ocupada (o que é verdade) e que não tive tempo, mas estaria a mentir, porque arranjamos sempre tempo para aquilo que mais gostamos de fazer. Simplesmente, não tive vontade.

Não sei como funciona com outras pessoas que têm blogs, mas eu não faço um plano daquilo que quero publicar. Pelo contrário, escrevo conforme me dá na telha. Partilho coisas que me vão acontecendo, comento algumas notícias e vou lançando uns bitaites por aqui. 
E, nos últimos tempos, o bichinho que me fazia vir a correr aqui para Vos contar as últimas novidades, esmoreceu. Aliás, tem vindo a esmorecer há muito tempo, por culpa minha, que fui desligando. 

Olhando para trás, percebo que, a dada altura (quando terminei com o Falecido, aka, FM) "quebrei" as publicações e comecei a escrever de uma forma um pouco mais distante. Deixei de partilhar as coisas mais pessoais porque ele conhecia o blog e eu não sabia até que ponto ele viria cá ler ou não. E também porque mais pessoas à minha volta foram descobrindo isto e eu comecei a pôr travão. Acho que o blog foi perdendo identidade e o cunho de "diário" que tinha inicialmente e que me fazia também escrever com mais emoção.

Hoje lembrei-me de ir ao e-mail e vi que tinha comentários à espera de moderação. E pensei: Carai. Afinal ainda há umas alminhas que se perdem e vêm cá parar. E ainda comentam as baboseiras que eu escrevo. 

Vai daí, percebi que está na altura de tomar uma decisão: ou eu pego nisto outra vez como deve ser, ou encerro o tasco. Andar neste chove não molha, a publicar meia dúzia de posts por ano não faz sentido para mim e, sobretudo, para Vocês, as pessoas (maravilhosas-e-com-muita-paciência) que (ainda) me lêem.

E por tudo isto, mais do que nunca, é importante que eu decida o que fazer com este espaço. A continuar, terá de ser a sério, como o foi nos primeiros anos: a partilhar convosco o melhor e o pior dos meus dias e a lidar com as consequências que isso me pode trazer a nível pessoal (já disse que o namorado descobriu aqui o tasco? Ah pois!). 

Se achar que não quero ou não o consigo fazer, então talvez esteja na hora de desligar e deixar a Lois Lane regressar à BD. Vou ponderar, tomar uma decisão e encarar de frente!


quarta-feira, 10 de abril de 2019

Ah e tal, em Sevilha nunca chove.

Pois não. Só quando lá estou. No dia em que vim embora apanhei a maior molha de todo o sempre. Nem o pipi se safou. Juro! Tive de trocar de roupa no aeroporto, para não vir de lá com uma pneumonia. E, já se sabe, de Espanha, nem bons ventos, nem boas constipações.

Entretanto, que é como quem diz, umas horas depois, o sol e o calor regressaram em força. Deixa lá, S. Pedro. Depois ajustamos contas.

Mas vá, nos restantes dias o tempo nem esteve mau de todo. Apesar de alguns aguaceiros pelo meio, deu para visitar tudo e ainda dar um saltinho a Córdoba. E digo-vos, pessoas: que cidades lindas! 


sexta-feira, 29 de março de 2019

A Zippy e os imbecis que nos rodeiam.

Pessoas!!!!!!!!!! 

Eu não aguento. É demasiada estupidez à minha volta. Eu juro que vou ter uma coisinha má. Só tenho vontade de ir por aí fora correr à chapada o bando de imbecis que consegue pegar uma campanha divertida de uma marca de roupa e denegri-la com comentários maldosos e ofensivos.

A esta hora já todo mundo tem conhecimento da campanha Happy da Zippy, que decidiu (e bem!) fazer uma colecção cápsula colorida e que tanto poder usada por meninos, como por meninas. Eu nem tenho filhos, mas imagino que dê um jeitão a quem tem rapazes e raparigas, que assim podem herdar as roupas dos irmãos. Ou andar vestidos de igual, como alguns pais gostam de fazer. 

Não se vê logo que estas roupas são oriundas de uma cabala dos movimentos LGBT??
Para mim é apenas roupa colorida. E gira, por sinal. Prática e confortável, além de não ser muito cara. Não entendo o que mais pode um pai pedir. E não, não estou a defender a marca por ganhar o que quer que seja com isso. Eu até nem sou fã da Sonae. Pelo contrário.

Mas é impossível percorrer as página de Facebook ou Instagram da marca e ficar indiferente aos comentários que por lá se fazem.

"Happy em inglês é gay"
"Usam as cores dos movimentos gays"
"Estão a fazer das crianças peões dos movimentos LGBT"
"Esta campanha não foi por acaso. É para promover a identidade de género"
"Esta campanha é perigosa para as nossas crianças"
"Nunca mais Zippy, ADEUS. Não percebem que nós pais não queremos isto para os nossos filhos? V-E-R-G-O-N-H-A"
"As crianças nascem rapazes e raparigas, e não vai ser uma moda estapafúrdia que vai mudar a biologia, a ciência e a evolução antropológica do ser humano. Zippy nunca mais."
"Vocês fazem uma campanha pro LGBT?"
"(...) em nome da inclusão do genderless (...)

É tanta, mas tanta, a estupidez que para ali vai, que fico com nervoso miudinho só de pensar que não posso responder a cada uma destas pessoas a dizer: Faz um favor à Humanidade e regressa à Idade Média!". Na verdade não era bem isto que eu diria. Provavelmente incluía uns palavrões pelo meio, só para um incentivo extra.

Oh pá. Tenho dificuldade em lidar com gente estúpida. Aceito que não gostem de roupa unissexo. Ou que não gostem de roupa colorida. Tudo normal. Mas que venham com teorias mirabolantes de conspiração gay, em pleno século XXI, é uma coisa que me faz muita comichão.

Por curiosidade fui ver o perfil de algumas das pessoas que deixaram comentários mais agressivos. E digo-vos: mais valia não ter ido. Tenho muito medo que pessoas com este tipo de mentalidade andem por aí à solta, sem açaime nem nada...





quinta-feira, 21 de março de 2019

Quem quer casar com Lois Lane? Só para poder usar um destes...

Já se sabe que, com este feitiozinho, Lois Lane vai acabar solteira, sem gatos, mas talvez com um casal de hamsters, num qualquer apartamento da Inbicta. Na aldeia é que não, senão morria mais cedo. De tédio.

No entanto, se por algum motivo Lois Lane perdesse a cabeça e decidisse subir altar acima, jamais iria usar um vestido de noiva tradicional. Em primeiro lugar, porque são estupidamente caros e aqueles euros podem ser investidos numas belas férias. Depois, quase todos são demasiado grandes e volumosos e feios, com as suas rendas e brilhos e cenas (vá, não se abespinhem, noivas tradicionais. Não podemos gostar todos do mesmo). Por último, simplesmente acho que, perto dos meus 40 anos, já não ia ter idade para vestir um vestido de noiva tradicional. 

Por estes motivos, nos meus pensamentos mais longínquos dizia que, caso perdesse o juízo e aceitasse passar o resto da minha vida com a mesma pessoa, iria casar com um vestido curto. 

Sucede que mudei de ideias mal encontrei este artigo da Activa. E juro que quase tenho vontade de casar, só para poder usar um destes modelitos. Já estava mais do que rendida aos macacões (depois mostro o meu-macacão-kimono-lindo-de-morrer que comprei para usar nos casórios deste ano), mas confesso que nunca me tinha ocorrido uma bridal version da coisa. 

São "só" lindos de morrer e perfeitos para quem quer fugir um bocadinho aos vestidos de noiva tradicionais:











O mais caro destes modelos custa 1415€ (sim, continua a ser caro), mas o mais barato custa 166€. Dá uma boa média!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

As coisas que se descobrem por esses Instagrams fora

Juro que tinha um post mesmo muito interessante para escrever. Mas tive uma branca e esqueci-me do tema.

Sendo assim, aproveito para partilhar uma tendência seriamente estranha que recentemente descobri no Instagram.
Sendo eu viciada em massa, não só adoro comê-la, como também ver aqueles vídeos de receitas super rápidos. Um dia destes, andava numa de experimentar umas versões asiáticas, por isso fui pesquisar por "noodles". E o que é que me apareceu?

Dezenas e dezenas de vídeos de pessoas a emborcar massa como se não houvesse amanhã. Câmara em frente a eles, algumas vezes sem sequer se ver a cara, focada na boca, e toca de enfardar bocados gigantes de comida. Tipo isto:



E eu pergunto-me: porquê??

Se algum de vós, caros seguidores, souber a resposta para esta minha dúvida, por favor, partilhai!



quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

É triste.

Quando tens a mania, mas não sabes escrever português.



PS: Sim, eu conheço a pessoa e sei que tem a mania.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Não adoram pessoas amargas?

Encontro sempre gente simpática por esses Facebooks alheios. Mas confesso que não são essas chamam a minha atenção. O que dá gosto ver, são as pessoas amargas, que vivem em função do que os outros publicam e que conseguem sempre deixar comentários desagradáveis e desnecessários.



Se eu fosse a dona deste mural, era gaja para lhe responder, de forma muito simpática: É para quem pode. Estudasses. 

Olha que porra!